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28/04/2007 - Diário da Manhã Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpista criava empresas


As primeiras investigações da Polícia Civil apontam que André Rafael Silva, 23, preso durante as buscas pelas duas meninas do Rio de Janeiro (RJ) que fugiram para Goiânia, era especialista em: falsificação de documentos (RGs, CPFs, passaportes, certificados), de cheques, e criação de empresas-fantasmas. Suspeita-se que André abria as empresas com os documentos falsos para lavar dinheiro que conseguia repassando cheques no comércio ou para terceiros, para forjar negócios com outras firmas e até para ajudar advogados criminalistas. O golpista teria dito que estava para receber um equipamento que lhe permitiria falsificar dinheiro.

Um agente da Polícia Civil explica que advogados o procuravam pedindo que forjasse documentos provando que clientes que se encontravam presos trabalhavam em uma das firmas frias de André. A polícia apura se o estelionatário estaria prestes a fechar uma prestação de serviço com a Companhia Energética de Goiás (Celg). Nenhuma dessas informações foi ainda confirmada pela polícia.

André foi preso na manhã de quinta-feira, na casa da namorada, no Setor São Judas Tadeu. Lá os policiais encontraram cerca de duas mil folhas de cheque, dezenas de documentos frios e impressora de alta resolução, que permitia falsificar cheques.

O carro que pertence à servidora pública estadual que abrigou as meninas cariocas passou pela mão de André. E esse foi seu azar. A polícia descobriu que o carro foi adquirido com os documentos de um homem do Rio Grande do Sul que está desaparecido (provavelmente morto) e com o endereço de André. Daí até chegar no estelionatário foram três dias de investigações. André também usou o nome de um acusado de homicídio em Santa Catarina para forjar a venda do carro. “Ele vivia mudando de endereço e abrindo e fechando firmas. Foi difícil achá-lo”, conta um investigador.

André tentou pular o muro e fugir quando viu os policiais, mas sem sucesso. Na Delegacia Especial de Investigações Criminais (Deic), contou que vendeu o carro a uma garagem. E lá, os policiais chegaram à casa da servidora pública. O delegado Paulo Roberto Tavares conta que o golpista foi autuado por falsificação de documentos e estelionato.

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