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13/05/2010 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Homem confessa ter fingido ser ginecologista em Minas Gerais, mas nega abusos sexuais


BELO HORIZONTE - Um homem suspeito de se passar por ginecologista e abusar de pacientes em Carmo do Paranaíba, na região do Alto Paranaíba, em Minas Gerais, confessou à polícia ter fingido ser médico da rede municipal, mas negou os crimes sexuais. Depois de se entregar à polícia na quarta-feira , Thiago do Espírito Santo Rangel disse que usou um diploma falso para conseguir dinheiro. Contra ele, foi expedido mandado de prisão pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica e exercício ilegal da profissão.

- Na oitiva dele, ele confessou o crime, alegou que o fez por motivos financeiros - disse a delegada Débora Mariani Jardim.

Rangel e o amigo dele, Ivan Alves da Silva, que está preso no interior do Rio de Janeiro desde o início do mês, trabalharam durante dois meses como médicos do Programa Saúde da Família e em um pronto-atendimento em Carmo da Paranaíba. Os diplomas que eles apresentaram, da Universidade Iguaçu (Unig) de Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro, são falsos.

O advogado de Rangel, Paulo Klein, disse que seu cliente é formado em enfermagem e nega a acusação de crime sexual.

- A questão do abuso sexual não existe, ele refuta isso de forma peremptória. Ele apenas fez os exames clínicos que são inerentes à profissão. Inclusive ele é enfermeiro formado, com nível superior, e ele como enfermeiro poderia fazer esses exames - afirmou o advogado de Rangel, Paulo Klein.

Mas segundo a delegada Débora Mariani Jardim, Rangel será indiciado por abuso sexual.

- Ainda assim ele vai ser indiciado pelo crime de abuso sexual. É a palavra dele contra as vítimas - afirmou a delegada.

Thiago do Espírito Santo Rangel e Ivan Alves da Silva foram descobertos depois que alguns pacientes tentaram comprar remédios receitados por eles numa farmácia da cidade. Os medicamentos fazem parte do Programa Farmácia Popular e, para comprá-los, era preciso registrar o número do registro no CRM do médico. O sistema do estabelecimento busca o CRM do médico e quando não encontra ou é irregular recusa o mesmo. Silva deve ser transferido do Rio de Janeiro para Carmo do Paranaíba nos próximos dias.

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