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08/05/2010 - Jornal da Cidade de Bauru Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

‘Chupa-cabra’ é encontrado em banco

Circuito interno de segurança filmou dois homens instalando mini-CPU em caixa eletrônico no Terminal Rodoviário.

A atenção de um funcionário que trabalha no Terminal Rodoviário de Bauru evitou prejuízos a vários correntistas. Por pouco, não tornaram-se vítimas de um ‘chupa-cabras’ instalado no caixa eletrônico da Caixa Econômica, disponível no local. Ontem pela manhã, o trabalhador estranhou quando dois homens mexeram na máquina. A dupla colocou uma mini-CPU no equipamento da instituição financeira. Por meio dela, os autores teriam como extrair e armazenar dados de cartões magnéticos de correntistas que, posteriormente, poderiam ser utilizados em operações bancárias, inclusive online.

Embora a ação tenha sido rápida, chamou a atenção do funcionário o fato dos homens terem aberto o caixa eletrônico, embora não estivessem uniformizados. Por conta da suspeita, o técnico da máquina foi acionado e confirmou a tentativa de golpe. A Polícia Militar e a Científica também foram solicitadas. Posteriormente, as imagens do circuito interno de segurança foram verificadas e reiteram a ação, que teria envolvido um terceiro homem. Eles deixaram o Terminal Rodoviário num Vectra novo.

A mini-CPU foi recolhida pela Científica e o caixa, religado. Segundo a reportagem constatou, embora o computador recolhido ontem seja pequeno, outros ainda menores já foram encontrados como “chupa-cabras” em municípios como São Paulo. Apesar de ser instalado no interior do caixa eletrônico, dificultando a percepção do cliente do banco, o correntista pode adotar algumas condutas para evitar o golpe, informa a assessoria da Federação Nacional dos Bancos (Febraban).

Além da atenção com eventuais suspeitos, o cliente não deve passar senhas e informações para desconhecidos. Simples, até hoje tem quem não respeite a dica. Já os mais preocupados em reforçar a segurança têm a tecnologia como aliada. Algumas instituições oferecem, por exemplo, um cartão de senhas junto com o magnético. Assim, para cada transição, o cliente deve consultar o cartão específico de senhas. Sem ele, as operações não são concluídas.

Outra possibilidade é a solicitação de um equipamento denominado Token. Com a aparência de um controle remoto, sempre que acionado, aponta a senha a ser utilizada em cada operação. Alguns bancos ainda disponibilizam o leitor de palma da mão.

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