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05/05/2010 - O Diario do Norte do Paraná Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Homem que usava documentos de cunhado morto para fazer compras é preso

Por: Roberto Silva


A desatenção com a checagem de documentos e aprovação de cadastro permitiu que o ex-presidiário Reginaldo João de Santana, 42 anos, adquirisse bens avaliados em torno de R$ 15 mil. Ele fez uso de documentação de um cunhado falecido há dez anos. O golpe só não foi maior porque uma empresa suspeitou dos documentos e acionou a Delegacia de Estelionato de Maringá. Preso em flagrante, Santana assumiu a autoria dos golpes, mas não devolveu as mercadorias que, segundo ele, teriam sido comercializadas com desconhecidos.

Segundo a Polícia Civil, o golpe começou a ser aplicado no mês de abril passado, depois de Santana convencer a cunhada a emprestar o RG e o CPF do marido, morto no ano de 2000 em decorrência de ferimentos sofridos em um acidente. Acompanhado da esposa, Santana alegou que queria visitar o falecido e que precisava dos documentos para descobrir o local exato do túmulo. Após ser atendido, Santana fez cópias coloridas dos documentos, que foram plastificados.

Utilizando as cópias xerocadas dos documentos, Santana alugou uma casa em Sarandi e financiou uma moto zero quilômetro sem dar um centavo de entrada (veja o relato no vídeo abaixo). Dias depois, usou o nome do morto para comprar dois relógios, pratas de bali e um televisor em LCD em longas e suaves prestações. Após efetuar novos cadastros e adquirir mercadorias de valores variados, Santana decidiu adquirir outra moto, desta vez usada. Mais atenta, a funcionária responsável pelo cadastro percebeu que os documentos eram xerocados e acionou a polícia.

Preso no momento em que tentava retirar a moto da revendedora, Santana assumiu a autoria dos golpes sem, no entanto, devolver nenhum dos bens adquiridos. Ele alegou que já teria negociado as mercadorias com compradores autônomos que trabalhariam na “Pedra”, em Maringá, cujos nomes e endereços desconheceria. A polícia suspeita que algumas mercadorias possam estar com a mulher de Santana, que está desaparecida.


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