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24/04/2007 - Agência PressTur Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraudes contra companhias aéreas atingem 440 milhões de euros por ano


Um estudo elaborado pela Deloitte e pela IAAIA - International Association of Airline Internal Auditors concluiu que anualmente as companhias aéreas são alvo de fraudes que atingem os 440 milhões de euros, entre as quais avultam as relativas a cartões de crédito, o que, por sua vez, explica que as low cost tenham uma exposição superior às companhias de rede.
O estudo, elaborado com base num inquérito aos responsáveis de auditoria interna ou directores financeiros de companhias aéreas, concluiu que os causas de fraude aumentaram cinco vezes nos últimos seis anos, quando foi realizada uma versão anterior do trabalho, e que actualmente 79% das que participaram (a informação apenas refere que o inquérito foi enviado a 180) indicaram ter sido alvo de casos de fraude nos últimos doze meses.
Uma informação sobre o estudo divulgada pela irlandesa Finfacts, indica que em média uma companhia aérea tem um “rombo” anual de 2,2 milhões de euros por fraudes e que as low cost têm uma média de mil casos por ano enquanto as companhias de rede têm 300.
Por tipos de fraudes, o estudo indicou que os casos mais frequentes são com cartões de crédito, apresentando uma média anual de 735 mil euros, mas que envolvem uma grande variedade de situações, como falsificação e roubo de bilhetes, roubo de bagagens, falsas reclamações de bagagens, entre outras.
A informação refere que mais de um terço das companhias que participaram no estudo indicaram ter sido alvo de fraudes com cartões de crédito e que este tipo de situações representou cerca de 60% das perdas por fraudes cometidas do exterior.
Quanto às fraudes “internas”, o estudo apontou como casos mais frequentes abusos em programas de passageiro frequente, designadamente desvio de milhas ou pontos para amigos e familiares.
Os autores admitem que o crescimento dos casos de fraude nestes últimos seis anos reflicta a implementação de melhores sistemas de detecção destes casos e não propriamente um aumento, mas salientam que 60% das companhias participantes admitiram não ter programas anti-fraude, descobrindo-as por acaso.
Os autores do estudo indicaram ter enviado o inquérito a quase 80 companhias e que das que responderam 76% são transportadoras de rede, 17% são low cost e 7% são charters.

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