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04/05/2010 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende cinco em ação para combater golpes financeiros em MG

Suposta quadrilha abria empresas em nome de laranjas, diz investigação. Serão cumpridos 16 mandados de busca e haverá bloqueio de contas.

A Polícia Federal em Minas Gerais informou na tarde desta terça-feira (4) que cinco pessoas foram presas pela manhã na região metropolitana de Belo Horizonte durante a Operação Cáften, que investiga golpes financeiros contra bancos, fisco estadual e federal, além da Justiça do Trabalho.

Até o fim do dia serão cumpridos 16 mandados de busca e apreensão e haverá bloqueio de contas de suspeitos, informou o órgão.

De acordo com a superintendência da PF em Minas, um grupo montava empresas em nome de "laranjas" e, após o endividamento com fornecedores, bancos e Receita, abandonava os débitos em aberto e constituía novas empresas, novamente em nome de laranjas, em endereços diferentes ou até no mesmo local.

"As empresas do esquema criminoso não possuíam capital de giro suficiente para o desenvolvimento de seu objeto social, e então contraíam empréstimos ou financiamentos fraudulentos em bancos, em nome de laranjas. Estes eram cooptados pelo líder da organização criminosa entre empregados sem qualificação das empresas envolvidas, que não possuíam capacidade econômico-financeira para serem sócios das empresas contratantes ou contraírem tais modalidades de financiamentos. Os empréstimos não eram pagos e os testas-de-ferro do líder da organização criminosa ficavam abandonados, com o nome sujo, deixando os bancos no prejuízo, em benefício da quadrilha", diz nota da PF.

A estimativa é que, desde 1999, 70 empresas tenham sido criadas no esquema, das quais quatro ainda estão em atividade. Entre elas uma empresa de cosméticos, que produziria produtos sem autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Por conta disso, a Anvisa também colabora na investigação.

O dono da empresa de cosméticos seria o líder da organização, aponta a investigação da Receita e da PF, iniciada há dois anos. Ele é um dos presos nesta terça.

Os crimes apurados são formação de quadrilha, falsidade ideológica, estelionato, evasão de divisas, lavagem de dinheiro e possível sonegação fiscal, a ser verificada pela Receita Federal.

Justiça do Trabalho

O grupo é suspeito de praticar estelionato judiciário, principalmente contra a Justiça do Trabalho, conforme nota da PF mineira. A organização supostamente entrava com denúncias caluniosas e ações em nome de laranjas contra os credores. A PF investiga se houve má fé dos advogados que representam o grupo perante à Justiça.

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