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25/04/2007 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Aumenta o número de cédulas falsas circulando no Brasil


Dinheiro falso é uma dor de cabeça para consumidores e para o comércio. Mesmo com as pessoas usando, hoje em dia, mais cartões de crédito, os golpistas continuam agindo.

O Banco Central lançou uma campanha para ensinar as pessoas a identificar as cédulas falsas. No ano passado, o número de notas falsas apreendidas bateu um recorde: foram mais de 500 mil – 40% delas no estado de São Paulo. É difícil encontrar alguém que já não tenha tido prejuízo ao receber uma cédula falsa.

Para se defender, as estratégias são variadas. “Geralmente, ao pegar a nota, já dá para sentir no tato se ela é diferente das normais”, afirma o designer Álvaro Neto.

Nem o pipoqueiro experiente consegue escapar dos falsários. “Já recebi nota de R$ 10, de R$ 20 e de R$ 50”, conta. O estudante Dimas Marques repassou uma cédula falsa sem perceber. “Eu estava em um bar, o caixa percebeu e me avisou. Riscou a nota e o risco não saiu. Ele falou que a nota era falsa, e eu tive que trocar o dinheiro”, comenta.

Apesar de o brasileiro usar cada vez mais cartões de crédito e de débito, o volume de cédulas em circulação continua aumentando. De 2005 pra 2006, cresceu 14%. Para azar dos menos atentos, os falsificadores acompanharam esse movimento.

No ano passado, foram apreendidas 586.873 notas falsificadas, o equivalente a R$ 22 milhões. Setenta por cento são de R$ 50; 20% de R$ 10; e os outros 10% de cédulas de outros valores.

“Nós temos uma moeda estável, o real. E uma moeda estável incentiva o falsificador a fazer esta atividade”, explica o gerente do meio circulante do Banco Central, Leon Vagliengo.

Na tentativa de conter a falsificação, o Banco Central lançou uma campanha que tem até cartilhas para crianças. As notas verdadeiras de R$ 50 têm marca d’água, que surge na contraluz, e fio de segurança. A tinta é mais grossa sobre as figuras. No canto inferior esquerdo, é possível ver as letras "BC".

Quem passa pelas bilheterias do metrô e do trem de São Paulo encontra funcionários equipados para detectar fraudes. Eles foram treinados pelo Banco Central. Em um ano, a quantidade de cédulas falsas apreendidas caiu pela metade.

“Quando recebemos um a cédula falsa, nós estamos tirando esta cédula de circulação. Tudo bem que existe, realmente, esse prejuízo para o final, mas o mais importante é que nosso usuário não está recebendo uma cédula falsa”, afirma o assistente financeiro do metrô de São Paulo, Nelson Medeiros.

Quem recebe uma nota falsa deve assumir o prejuízo. Repassar cédulas falsificadas intencionalmente é crime de estelionato, que tem pena de seis meses a até dois anos de prisão. Já quem fabrica, guarda ou vende notas falsas comete crime e pode ser condenado a até 12 anos de reclusão.

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