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28/04/2010 - Gazeta Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Comissão aponta desvio de R$ 1,5 milhão

Por: Elisangela Teixeira


O relatório final da Comissão Especial de Inquérito (CEI) da Câmara de Cachoeiro de Itapemirim, para investigar possíveis irregularidades na obra de construção do Hospital do Aquidaban, foi aprovado por unanimidade pelos vereadores na sessão desta terça-feria (28).

O documento aponta que mais de R$ 1,5 milhão foram retirados da conta da obra e transferidos para a conta da Prefeitura de Cachoeiro, em 2005, na então administração do prefeito Roberto Valadão (PMDB). "Não conseguimos saber qual foi o destino de três parcelas no valor de R$ 524.000,00 transferidos da conta da obra para a prefeitura e que deveriam ser usados para finalização do hospital", disse o relator da comissão, professor Léo (PT).

A prestação de contas dessas parcelas, segundo o relatório, foi feita com notas já pagas na administração anterior, sendo que grande parte do dinheiro utilizado para isso foi retirado da conta específica do convênio, e não das contas gerais da prefeitura.

Indícios

Há indícios de outras irregularidades, como fraude na licitação, serviço de má qualidade e superfaturamento, mas as suspeitas não puderam ser analisadas, pois parte da documentação da obra foi recolhida pela Polícia Federal, em 2008, na Operação "João de Barro", que investiga o desvio de verbas em Cachoeiro de outras cidades do país.

O relatório da comissão agora será enviado à nove órgãos de Justiça e de fiscalização, entre eles o Ministério da Saúde, Ministério Público Federal (MPF) e Tribunal de Contas da União. O presidente da CEI, vereador José Carlos Amaral (DEM), diz que o relatório não deixa dúvidas. "O dinheiro deve voltar aos cofres públicos para que o hospital finalmente fique pronto".

O MPF já apresentou denúncia por improbidade administrativa em relação ao caso. Os bens do ex-prefeito de Cachoeiro e atual deputado estadual, Theodorico de Assis Ferraço (DEM), do empresário Pedro Turini e de três construtoras estão bloqueados.

Ex-prefeitos

O advogado de Ferraço, que foi prefeito de Cachoeiro na época do início das obras do hospital, disse que ainda não tomou conhecido do relatório e que não poderia dizer nada a respeito do caso. Na casa de Roberto Valadão, a informação é de que ele estava viajando. A reportagem tentou contato por celular, mas o aparelho estava desligado.

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