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27/04/2010 - O Tempo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Investigação confirma falsificação de documentos

Por: Andrea Silva e Raphael Ramos

Caso Sion. Empresários que seriam envolvidos com vítimas de extermínio prestaram depoimento ontem. Apontado como alvo de Flores, Marcinho revende mercadoria a shopping popular.

Fontes da Polícia Civil confirmaram ontem à reportagem de O TEMPO que um forte esquema de falsificação de documentos, entre eles CPFs e carteiras de identidades, está por trás do assassinato dos empresários Rayder Rodrigues, 38, e Fabiano Moura, 32, no Sion, no início deste mês.

Depoimentos e provas coletados até agora, segundo uma fonte, mostram que os empresários usavam os próprios nomes para confecção dos documentos fraudulentos e, a partir disso, abriam empresas e contas bancárias para legalizar contrabandos e lavar dinheiro de distribuidores de mercadorias vendidas em shoppings populares da capital.

As informações confirmam as revelações feitas em O TEMPO, na edição do último dia 19, de que foram essas fraudes o fio da meada para as extorsões praticadas por Frederico Flores, 31, mentor e coautor dos assassinatos. Interessado no dinheiro vindo do negócio, Flores teria obrigado Rayder e Fabiano a fornecer dados dos comerciantes para os quais prestavam serviços ilegais.

Os levantamentos sobre o esquema de emissão de notas fiscais falsas e lavagem de dinheiro levaram a investigação aos nomes dos também empresários Marcio Henrique Macedo de Paula, o Marcinho, e Christian Ribeiro de Oliveira, que ontem estiveram no Departamento de Investigações (DI).

Acompanhados de advogados, Marcinho e Oliveira ficaram cerca de duas horas no DI, mas não deram detalhes sobre o que conversaram com os policiais. Dados do inquérito apontam que Marcinho seria o principal alvo de Flores. O empresário, informam as fontes, é um bem-sucedido revendedor de mercadorias a comerciantes de shoppings populares da capital, onde também administra boxes com a venda de material eletrônico e de informática. Dono de contas bancárias recheadas - fontes falam em cifras de R$ 1 milhão por mês -, Marcinho nega envolvimento no caso e diz que era apenas amigo de Rayder.

Ontem, na sua chegada ao DI, por volta das 9h30, ele tentou despistar a imprensa. De óculos escuros, camisa social e calça jeans, Marcinho se escondeu em uma das salas da delegacia e, na saída, não quis comentar sobre suas relações comerciais com as vítimas.

Disse que prestou depoimento na condição de amigo de Rayder. "Tudo o que eu tinha a dizer está em meus depoimentos", afirmou. Já Christian saiu da delegacia sem falar com os jornalistas.

A suspeita das atividades irregulares praticadas por Rayder e Fabiano será apurada posteriormente ao inquérito de suas mortes. Existe a possibilidade de desmembramento da investigação para a Delegacia Especial de Repressão às Organizações Criminosas (Deroc), da Polícia Civil, e até mesmo que a Polícia Federal assuma o caso.

As revelações sobre os esquemas fraudulentos envolvendo Rayder Rodrigues e Fabiano Moura foram dadas também à polícia por alguns dos suspeitos de participarem da quadrilha de extorsão comandada por Flores. Até agora, sete pessoas estão presas acusadas de envolvimento nos assassinatos.

Justiça nega liberdade para três integrantes da quadrilha

A Justiça negou ontem os pedidos de relaxamento de prisão da médica Gabriela Ferreira da Costa, 26, do estudante de direito Arlindo Soares Lopes, 32, e do cabo da Polícia Militar Renato Mozer. A decisão foi tomada após um parecer contrário à soltura dado pelo promotor Francisco Santiago, do 2º Tribunal de Júri.
As solicitações de liberdade para Gabriela e os dois homens foram remetidas à Justiça na última sexta-feira. Os três estão presos suspeitos de integrar a quadrilha de extorsão chefiada pelo empresário Frederico Flores, que também está detido e que já teve o pedido de relaxamento de prisão negado.
Eles são apontados como cúmplices das mortes dos dois empresários, no último dia 9. Outras três pessoas suspeitas de ligação com o crime estão presas. (AS)

Detran-MG

Habilitação. Marcinho está proibido de dirigir desde maio de 2008, quando o Detran/MG determinou a suspensão de sua habilitação por um mês. Ele terá que fazer curso de reciclagem e passar por uma prova.

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