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27/04/2010 - Jornal de Negócios Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

CEO do Goldman Sachs defende hoje conduta do banco durante a crise

Por: Hugo Paula


Lloyd Blankfein vai ser ouvido no Senado, onde vai defender a conduta do banco que lidera, negando que a instituição tenha agido contra os seus próprios clientes. O banqueiro defende que o Goldman Sachs se limitou a gerir risco , ao apostar na queda do mercado hipotecário. O banqueiro defende que a firma mais lucrativa da história de Wall Street se limitou a “gerir risco”, ao apostar na queda do mercado hipotecário.

O CEO do Goldman Sachs vai também dizer aos membros do Senado norte-americano que o banco perdeu 1,2 mil milhões de dólares (900 milhões de euros), como resultado do colapso dos preços das habitações em 2008.

O banco de investimento foi acusado pela Subcomissão de Investigações do Senado, na segunda-feira, de ter lucrado à custa dos seus próprios clientes. Carl Levin, que é presidente da subcomissão disse que as investigações levadas a cabo demonstram que o banco apostou na queda do mercado, enquanto vendia aos clientes activos que valorizavam com a subida do mercado.

“A Goldman Sachs ganhou milhares de milhões de dólares na aposta contra o mercado imobiliário, e colocou essas apostas, em alguns casos, ao mesmo tempo que estava a vender activos relacionas com créditos hipotecários aos seus clientes”, disse Levin citado pela BBC. “Eles têm muito por que responder”.

Blankfein vai também contestar a acusação de fraude pela SEC, que acusa o banco de ter vendido activos relacionados com créditos hipotecários a clientes, segundo a BBC. O banco é acusado de vender activos relacionados com o mercados hipotecário, sem lhes dizer que um fundo que tinha colaborado na elaboração dos activos, estava a apostar contra eles.

No texto que o preparou para o seu discurso, o CEO da firma refere que o episódio “foi um dos piores dias da minha vida profissional”, avança a BBC. “Somos uma firma focada no cliente há 140 anos, e se os nossos clientes não acreditarem que nós merecemos a sua confiança, não poderemos sobreviver”.

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