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17/04/2007 - Diário da Manhã Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpes contra o bolso

Por: Rhudy Crysthian


Atualmente são aplicados tantos golpes que antes de sair às ruas o cidadão precisa praticamente se preparar com armadura e escudo. Embora não seja nenhuma guerra medieval, quem não conhece seus direitos pode entrar numa fria. E para evitar dor de cabeça, melhor é se prevenir. São fraudes envolvendo talões de cheque, cartões de crédito, anúncios de consórcios sorteados, com cotas contempladas, bilhetes premiados, multas de trânsito, seqüestros virtuais, golpe do emprego fácil, entre outros.

De acordo com a Organização Não-Governamental Associação Brasileira do Consumidor (ABC), muitas pessoas ainda caem na conversa de golpistas que ligam dizendo ser funcionários do banco ou operadora de cartão de crédito, por exemplo. A entidade oferece consultas gratuitas pessoalmente, por telefone, fax, e-mail ou pelo site www.ongabc.org.br. Entre os mais novos está o golpe virtual, a principal ferramenta utilizada nas fraudes. No geral são boas histórias que convencem os internautas a obedecer os piratas virtuais.

A mensagem chega à caixa de e-mail com o nome de um remetente desconhecido. No texto, geralmente cheio de erros de português, o internauta diz ter saudades do tempo da escola e de toda a turma, sem especificar qualquer nome. Quando as memórias já estão longe, surge a proposta: “Clique aqui para ver meu antigo álbum de fotos.” Quando segue a sugestão, o usuário do computador instala um programa que pode desativar softwares de segurança, apagar arquivos ou até roubar as informações do micro.

Prêmio – Não tão recente, mas ainda muito utilizado por golpistas, é o roubo de apenas uma folha do meio do talão para que a vítima não perceba a falta. Outro golpe é o do bilhete premiado que, segundo a supervisora institucional da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Pro Teste), Ana Luisa Ariolli, é sem dúvida uma das tramóias mais tradicionais e antigas do Brasil.

No golpe do bilhete premiado a vítima é abordada por uma pessoa que mostra o bilhete premiado, falso, juntamente com um documento da Caixa Econômica Federal, também falso, constando o número do bilhete e o valor do prêmio. O golpista propõe à vítima de lhe vender o bilhete premiado por uma fração do seu valor. Se ela cair nesta conversa sacará o dinheiro da própria conta bancária e o entregará ao golpista em troca de um bilhete que não vale nada.

Nesses casos, Ana Luisa afirma que a maioria das vítimas é de pessoas idosas, por darem confiança a estranhos e terem mais tempo para ouvir as histórias. “Desconfiar sempre é a orientação. Ter cuidado ao passar informações pessoais. É indicado ir até à polícia e fazer boletim de ocorrência, caso seja vítima, mas o melhor é se prevenir”, diz.

Os idosos são também o principal alvo dos golpes da aposentadoria. Quando a vítima não é contribuinte da Previdência Social, o golpista identifica-se como fiscal da Previdência e, demonstrando bom conhecimento de assuntos previdenciários, prontifica-se a conseguir aposentadoria para a vítima, mesmo sem a contribuição mensal.

Outra modalidade é a do reajuste atrasado. O farsante se identifica como funcionário de algum sindicato ou associação e aborda as vítimas dizendo que elas têm direito a receber os reajustes atrasados do benefício. Para cobrir as despesas, pede um depósito de 10% do valor ao qual a vítima teria direito. Após receber o dinheiro, o estelionatário desaparece. As denúncias contra golpes referentes à aposentadoria podem ser feitas pelo Prevfone (0800-780191), de segunda a sábado, das 7 às 19 horas.

No caso dos consórcios, sempre através de anúncios, os golpistas oferecem a venda de consórcios sorteados com condições atraentes. Ou seja, a vítima, através do pagamento de uma comissão ou taxa, teria direito a entrar num consórcio já sorteado para o financiamento do bem de interesse.

Segundo a supervisora institucional do Pro Teste, Ana Luisa, isso equivale a um financiamento imediato em condições totalmente fora do mercado comum para financiamentos à vista. “Na tentativa de golpe são solicitados os dados pessoais necessários para o contrato e o pagamento de uma taxa de transferência da titularidade do consórcio e/ou de uma comissão”, denuncia.

A vítima recebe por fax todos os documentos e notas que comprovam que o sorteio aconteceu e o bem será entregue pela fábrica. “Ela paga a taxa de transferência, normalmente para uma conta aberta com documentos falsos, e nunca mais ouve falar do assunto”, lamenta.

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