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24/04/2010 - Correio da Bahia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Brasil é o segundo país que mais envia mensagens com spam


O Brasil é um dos países que mais enviam mensagens indesejadas pela internet, os spams. Quadrilhas disfarçadas de empresas de marketing roubam endereços de e-mail e vendem essas informações para fazer propaganda barata.

Milhões de endereços de e-mail para quem quiser comprar. A venda é indiscriminada na internet. Sites oferecem programas que capturam até dois mil e-mails por hora em redes de relacionamento.

Por telefone, empresas dão até detalhes do serviço, e o vendedor de uma outra empresa faz pouco caso do incômodo que causa a quem recebe as mensagens.

A farra dos spams fez o Brasil pular da quinta para a segunda posição entre os países que mais enviam mensagens indesejadas.

Tipos de spam

Há vários tipos de spam: propaganda, boatos e os que causam sérios prejuízos ao instalar programas e vírus no computador. “Recebi um spam escrito ‘venha ver as fotos da festa’. Deu um pau, perdi documento, foto, tudo que tinha lá’, conta a estudante Luciana Romani.

Pouca gente sabe, mas 85% dos spams que circulam pelo mundo são enviados de computadores infectados por vírus ou por programas maliciosos. É o que se conhece como rede zumbi.

As máquinas atacadas passam a ser controladas remotamente por outro computador, e enviam milhares de e-mails sem que o dono desconfie. Alguns escondem programas que roubam informações.

Crime

No mercado paralelo, número e senha de um cartão de crédito chegam a valer US$ 30. O acesso à conta pode custar até US$ 850 dólares. “Se o spam for com intenção de fraude já é crime”, afirma o advogado especialista em direito digital Rony Vainzof.

Já para o envio indiscriminado de propaganda via e-mail ainda não há punição, porque não existe lei específica no Brasil.

As empresas de marketing na internet criaram um código de regras que deve entrar em vigor no segundo semestre. Elas se comprometem a mandar e-mails com propaganda apenas com autorização prévia de quem recebe ou para quem já foi cliente. Mas deixam uma brecha: empresas parceiras da que foi autorizada também podem usar esse mesmo banco de dados.

“O usuário não sabe quais são os parceiros na hora que autoriza. No processo de cadastramento o usuário vai ter controle para a qualquer momento exercer a sua opção de não receber mais e-mail daquela empresa parceira ou até da própria empresa para qual ele deu autorização”, afirma o diretor da Associação de Marketing Direto Edson Barbieri.

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