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23/04/2010 - Capital News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Policiais presos na Operação Las Vegas são julgados no Fórum da Capital

Por: Jefferson Gonçalves


Estão sendo julgados na auditoria militar do Fórum de Campo Grande, três policiais acusados de participar no esquema de jogos de azar desmantelado no ano passado pela GAECO (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado) na Operação Las Vegas.

Nesta tarde, estão sendo julgados, o capitão Paulo Roberto Teixeira Xavier, detido no presídio federal da Capital; o cabo Marco Massaranduba e Odilon Ferreira da Silva. De acordo com a denúncia do Ministério Público Estadual, os três militares são acusados de participarem da jogatina comandada pelo major aposentado da polícia militar Sérgio Roberto de Carvalho.

De acordo com as investigações do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), a organização se beneficiava diretamente da conduta de improbidade dos militares, da qual evitavam a apreensão de equipamentos e máquinas caça-níqueis, utilizando a estrutura de inteligência da Polícia Militar.

O MPE pediu na ação, além da perda do cargo público dos dois militares, a restituição de valores desviados do erário público para uso pessoal, bem como a punição dos demais envolvidos.

No começo de junho do ano passado, o MP denunciou os 20 envolvidos na organização criminosa pelos crimes de falsidade ideológica, documentos falsos, prática de jogo de azar, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Segundo as investigações, a organização que praticava uma série de crimes comuns e militares, funcionava há pelo menos três anos. A organização também realizava a jogatina pela internet, onde o apostador comprava um cartão e fazia o jogo eletrônico, e ainda vendia raspadinhas que ofereciam prêmio de R$ 450 mil.

Em julho, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul determinou a exclusão do major Carvalho do quadro da Polícia Militar do Estado, em atendimento a uma representação do Ministério Público Estadual impetrada em março deste ano pelo Procurador–Geral de Justiça Miguel Vieira da Silva, devido ele ter sido condenado pela Justiça Federal por tráfico de drogas em 1999. Desta forma, o major não tem mais o direito de receber o salário mensal de R$ 5 mil.

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