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22/04/2010 - Jornal de Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PJ faz apreensão recorde de obras de arte falsas

Por: António Soares

Uma centena de pinturas e desenhos falsificados de pintores famosos.

Foi a maior apreensão de quadros falsificados em Portugal e uma das maiores da Europa. A PJ do Porto descobriu, na zona de Lisboa, cerca de 80 obras de pintores famosos, prontas a entrar no mercado da arte através de galerias e leilões. E chegou à falsificadora.

Uma cópia de uma pintura a pastel de Júlio Pomar detectada numa leiloeira do Porto, em 2007, colocou os investigadores da Polícia Judiciária (PJ) no encalço de um vasto esquema de falsificação de quadros de pintores portugueses famosos. Júlio Pomar, Bual, Júlio Resende, Cruzeiro Seixas, Cargaleiro, Malangatana, Vieira da Silva, Nadir Afonso, nenhum destes grandes mestres escapou ao engenho para a cópia de uma autodidacta, de 54 anos, residente em Lisboa mas natural do Porto.

A mulher foi detida em 2008, em Lisboa, e libertada pelo tribunal. Na ocasião, foram apreendidas cerca de duas dezenas de quadros acabados, todos os equipamentos artesanais usados nas cópias, reproduções ou falsificações de pinturas e desenhos dos autores consagrados, bem como esboços de outras obras.

Mas desde essa altura que os inspectores ficaram convencidos de que muitos outros quadros falsos poderiam já ter sido produzidos e estar à espera de entrar no mercado legal de obras de arte, através de leilões ou galerias.

Por isso, as investigações não pararam e agora os inspectores da Directoria do Norte regressaram a Lisboa para apreender mais de 80 obras, que estavam armazenadas e à espera do momento certo para serem vendidas. Vários comerciantes envolvidos nas transacções foram também constituídos arguidos.

A falsificação dos quadros de pintores famosos processava-se de várias formas, nomeadamente a fotografia de alta qualidade a partir dos originais, a serigrafia e a cópia pura e simples, nalguns casos com resultados que ficavam notoriamente aquém dos originais. Numa situação (ver texto ao lado), foi o próprio Júlio Pomar a detectar a falsificação.

Algumas das obras agora recuperadas já tinham sido comercializadas, presumindo os investigadores que mais nenhuma se encontre em circulação e que este circuito tenha sido completamente neutralizado. No entanto, a PJ acredita que haverá outros grupos que se dedicam à falsificação de arte, um negócio que não esmorece em tempos de crise, como referiu um investigador ao JN.

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