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19/04/2010 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF apura quantas vezes colombiano usou nome falso para entrar no país

Preso na sexta, o traficante Nestor Chapparro admitiu usar identidade falsa. Ele disse que estava esperando filho nascer para se entregar.

A polícia vai investigar quantas vezes o colombiano Nestor Chapparro, preso na sexta-feira (16) em Copacabana, Zona Sul do Rio, desembarcou no Brasil usando identidade falsa. No depoimento prestado na Polícia Federal, ele confessou que traficava drogas, que sabia que era procurado, e que sabia da recompensa de cinco milhões de dólares.

No depoimento, ele declarou que estava esperando apenas o nascimento do filho, em junho, para se entregar e negociar a extradição para os Estados Unidos e que acreditava que o processo de extradição no Brasil seria mais simples.

Foram nove anos de buscas até Nestor ser preso na cobertura onde morava com a mulher, grávida de sete meses. A acusação é de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro. O mandado de prisão foi expedido pelo governo americano.

Enquanto esteve foragido, o traficante ostentava ligações com o poder. Em um vídeo feito no casamento de Chapparro, em 2004, ele aparece sendo abraçado por oficiais do exército colombiano.

Um deles, Juan Carlos Castañeda, era o adido militar da embaixada da Colômbia, em Brasília. Nestor se escondia atrás de pelo menos outras oito identificações falsas e apelidos.

O traficante é acusado de produzir e fornecer cinco toneladas de cocaína por ano. A droga que sai da Colômbia em contêineres passa pelo Brasil e segue para postos americanos e na Inglaterra.

O especialista em questões de combate à corrupção Walter Maierovitch diz que há um motivo para os grandes criminosos internacionais escolherem o Brasil como refúgio. O Estado do Rio tem atualmente 220 estrangeiros presos.

Brasil refúgio para traficantes

“Porque as pessoas continuam a ficar aqui a desfrutar do pais, das grandes cidades em fator do poder corruptor, pessoas potentíssimas que conseguem pelo poder corruptor desfrutar das facilidades do Brasil, e passam abastecendo a quem lhes dá sustentação. E aí, evidentemente, não é só uma força policial que é corrupta”, explicou.

O chefe da Polícia Federal no Rio, Angelo Joia, contestou o especialista. “Eu não creio que o Brasil tenha sido paraíso em tempo algum. Hoje, em função da globalização, e os recursos que temos, as prisões são mais efetivas”.

Nestor Chaparro está preso em Bangu 8. “O mandado de prisão foi expedido pelo Supremo Tribunal Federal para fins de extradição, então ele vai aguardar a conclusão do procedimento e, logo isso aconteça, ele será extraditado”, afirmou o delegado João Luiz Araújo, da delegacia de entorpecentes da PF.

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