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20/04/2010 - AdNews Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Brasil é o 3º país com mais fraudes online


O grupo de segurança na computação Symantec divulgou nesta terça-feira um ranking dos países com mais “atividade malévola” no ambiente online. Nesta lista, o Brasil aparece como o terceiro colocado.

O ranking traz o país com 6% do total pesquisado, atrás de China (8%) e Estados Unidos, que permanece no topo com 19%. A atividade malévola, discriminada pela Symantec, abrange spam, tentativas de trapaça on-line e outros tipos de crimes que envolvem computação.

Segundo a companhia, o maior problema de segurança aos usuários de computador em 2009 foi a oferta de softwares falsos de segurança. Além disso, usuários de aparelhos da Apple passaram a armazenar parte de seus dados online, e não mais em seus próprios discos rígidos, o que, de certa forma, facilitou o trabalho dos criminosos digitais.

Vice-presidente da Symantec, Vincent Weafer explica que, no caso dos softwares de segurança, o crime se tornou o mais comum entre os internautas. "É uma trapaça muito lucrativa", diz ele. O usuário recebe um alerta na tela de sua máquina informando que ela estaria contaminada por algum vírus; junto com o alerta, vem um link para o suposto programa, que leva o usuário a se autoinfectar. Weafer afirma ainda que "virtualmente tudo que vemos hoje são falsos AV (antivírus)".

No ano passado, grandes golpes virtuais ganharam destaque, como os engenhosos ataques aos sites pertencentes ao Google e a outras grandes empresas, e também o Conficker, software nocivo que teve certo espaço na mídia.

Facilidade

Esse tipo de golpe se tornou popular em razão de sua facilidade. As próprias vítimas fornecem dados pessoais, como números e senhas de cartões de crédito, acreditando estarem realmente comprando um programa legítimo e seguro.

Para Weafer, as pessoas que utilizam os parelhos da Apple precisam começar a se precaver com medidas que há anos vêm sendo tomadas pelos usuários do Windows. O básico seria proteger esse tipo de dado e desconfiar de tudo o que se oferece na rede.

"A segurança que vinha de usar um Mac precisa mudar porque eles estão em um Mac mas também na nuvem," declarou. "Precisam ser tão cautelosos quanto todas as demais pessoas."

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