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19/04/2010 - Mídia News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Chefe de Oscip envolvida em corrupção se entrega à PF

Por: Antonielle Costa

Luciano Mesquita, do Creatio, é acusado de integrar um suposto esquema de desvio de dinheiro público.

O presidente da Oscip Creatio, Luciano de Carvalho Mesquita, se apresentou a Polia Federal de Mato Grosso ontem (18). Ele teve sua prisão decretada pela Justiça Federal no último dia 7, durante a deflagração na Operação Hygeia, pela PF e, desde então, era considerado foragido.

De acordo com a delegada da PF, Heloísa Albuquerque Alves, a apresentação espontânea, mesmo que tardia, é demonstração de boa-fé e pode ser interpretada como intenção em colaborar com as investigações.

Heloísa Albuquerque acredita que os outros dois últimos foragidos, Ronildo Lopes do Nascimento e Celino Lugon Fraga, deverão se apresentar nos próximos dias, uma vez que há várias equipes da PF estão empenhadas nas capturas. Ronildo Lopes é advogado em Brasília e Celino Fraga é diretor comercial da Oscip Idheas.

Na semana passada, a PF prendeu a presidente da Oscip Idheas, Maria Guimarães Bueno, em Belo Horizonte (MG), no momento em que ela saía da residência de um conhecido. Ela também estava foragida desde a deflagração da Operação Hygeia.

Pivô de escândalos

O instituto Creatio foi apontado como um dos pivôs do escândalo de desvio de dinheiro da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e prefeituras em Mato Grosso. As investigações da Polícia Federal apontam fraudes no montante de R$ 52 milhões, mas, segundo a Controladoria-Geral da União (CGU), esse valor pode chegar a R$ 200 milhões.

Foram investigados contratos superfaturados, notas fiscais falsas e contratação de funcionários fantasmas, com o objetivo de obtenção de lucros indevidos. Entre as práticas criminosas estão formação de quadrilha, peculato, lavagem de dinheiro, apropriação indébita, prevaricação, tráfico de influência, fraude em licitação e estelionato.

Segundo a PF, as fraudes se davam de três maneiras distintas: na Funasa, através manipulação de licitações e não prestação efetiva dos serviços contratados; por meio de fraudes na execução de obras realizadas através de recursos do Ministério das Cidades, via superfaturamento, obras não concluídas e com qualidade de baixo nível; e por meio das Oscip's, que, segundo o MPF, representavam o braço empresarial do esquema.

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