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19/04/2010 - O Globo Online / Reuters Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Novo governador do DF diz que corrupção é o maior inimigo

Por: Maria Carolina Marcello


BRASÍLIA (Reuters) - O novo governador do Distrito Federal, Rogério Rosso por voto indireto pela Câmara Legislativa no último sábado, tomou posse nesta segunda-feira.

Filiado ao PMDB, Rosso, assumiu o posto de governador com a promessa de resgatar a "moralidade" e o "cuidado com o bem público".

Responsável por conduzir o governo até 31 de dezembro, Rosso se comprometeu a dar maior transparência às contas do governo, fazer auditorias e balanços quinzenais dos trabalhos.

"Nosso inimigo maior é a corrupção", disse, na esteira dos escândalos envolvendo o Executivo e o Legislativo locais nos últimos cinco meses.

O novo governador chamou de "crise devastadora" a situação no DF e afirmou que pretende "repor a cidade nos trilhos".

A crise teve início em novembro do ano passado, quando veio à tona uma operação da Polícia Federal que investiga esquema de propinas no governo.

Há suspeita de participação direta do então governador, José Roberto Arruda (sem partido), que deixou o DEM e foi cassado pela Justiça eleitoral. Acusado de tentar subornar uma testemunha do caso, Arruda ficou preso dois meses na PF, solto na segunda-feira da semana passada.

Rosso é o quarto que assume o governo do DF desde o início do escândalo, também conhecido como "mensalão do DEM".

O novo governador era presidente da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan) na gestão de Arruda. Também trabalhou para o governo de Joaquim Roriz (PSC), como secretário de Desenvolvimento Econômico.

O presidente interino da Câmara Legislativa, Cabo Patrício (PT), empossou Rosso e devolveu a presidência da Casa a Wilson Lima (PR), que assumiu o posto de governador. Para Patrício, a eleição do novo governador "afasta o fantasma da intervenção".

O processo de intervenção federal, pedido pelo procurador-geral da República, Roberto Gurgel, tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) e ainda não há previsão de julgamento.

Em outubro, haverá eleições gerais no país, incluindo o DF.

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