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14/04/2010 - Midiamax Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpistas usavam empresa legal para dar calote no comércio de Campo Grande

Por: Paulo Xavier


Uma empresa que aplicava golpes na Capital foi fechada pela Polícia Civil, através da Delegacia Especializada de Combate ao Crime Organizado (Deco) nesta terça-feira, em Campo Grande. Na ocasião foram presos pelos crimes de Estelionato, Falsidade Ideológica e uso de documento falso, as pessoas de Eduardo Pereira Fernandes, de 42 anos e Marcos Antonio de Arruda Moraes, de 43 anos.

Segundo informações da polícia, os presos utilizavam de documentos falsificados de Eduardo Jesus Augusto e Jesus Chaves Vermieiro. Com estes nomes, eles registraram junto a JUCEMS (Junta Comercial do Estado de Mato Grosso do Sul) a empresa AW3 Transportadora e Cesta Básica. Para o golpe dar certo, eles tiraram as fotos das pessoas dos documentos roubados e colocavam os deles.

No começo, a empresa começou a operar no comércio com venda de cestas básicas por alguns meses. Após conseguirem a confiança dos clientes que começaram a oferecer melhores condições e prazos. Eles também abriram conta em bancos, compraram produtos com cheques pré-datados, adquiriram grandes quantidades de mercadoria que eram repassadas a receptadores. Após conseguirem grandes lucros, os homens deram “calotes” nos fornecedores.

Um exemplo citado pela polícia é que, após conseguirem confiança de uma empresa, eles compraram diversos frangos dela, revenderam ao comércio, mas não pagaram as aves que haviam comprados. Além disso, eles lesaram também empresas que trabalhavam com combustível.

De acordo com a polícia, essa prática de se criar uma empresa legalmente registrada junto a JUCEMS, com documentação adulterada em nome de terceiros que tiveram seus documentos furtados ou roubados é conhecida como “Arara”.

Com a dupla, os policiais encontraram diversos equipamentos eletrônico, produtos alimentícios, diversos documentos falsificados ou adulterados, além de cheques e cartões de crédito em nome de pessoas fictícias para lesar o comércio.

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