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10/04/2007 - SEGS Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresas podem cair em armadilha de falsa cobrança na internet

Por: Debora Amabile


As empresas que não verificam a correspondência e não questionam as cobranças que chegam, podem acabar pagando por produtos ou serviços que não foram realizados.

Segundo informou o Diário do Comércio, periódico da Associação Comercial de São Paulo, um boleto de R$ 318, referente a 'hospedagem de seu domínio na internet', circulou entre empresas que mantêm sites. A emissora do boleto é identificada apenas com um endereço do Gmail e pelo site: www.hospedagem.org.br.

O servidor que acessar a página, porém, não encontrará informações, como telefone ou dados do 'provedor'. Uma das áreas, o Painel de Controle, foi identificada como site de phishing pelo software de segurança da McAfee.

Fraude
"Se o momento em que se recebe a mensagem coincide com o período de expiração de algum contrato, aumenta a probabilidade de se reconhecer a cobrança como uma obrigação legítima e o boleto é pago sem questionamento", afirma a advogada especializada em Direito Digital, Patrícia Peck Pinheiros.

Segundo a advogada, a velocidade e a abrangência das canais eletrônicos, como e-mail, aumentam as chances de explorar a displicência e até mesmo a honestidade de bons pagadores que temem ser inadimplentes.

"Hoje, há também o risco no mailing de celular. Se alguém recebe uma mensagem de débito, atribuída falsamente à operadora, que coincide com um vencimento, pode fazer um pagamento para um cedente fantasma", observa Patrícia Peck Pinheiros.

Ressarcimento
A advogada explica que existe possibilidade de ressarcimento, dependendo da velocidade de reação. "Se a pessoa que se sentir fraudada registrar o Boletim de Ocorrência, o delegado pode fazer um ofício ao banco e bloquear a conta de cedente. Se esse dinheiro tiver sido transferido para outra conta, ainda é possível rastrear. Mas se foi registrado e já está fora do sistema bancário, fica mais difícil".

O anonimato da internet leva à suspeita. A advogada alerta, contudo, que a denúncia e a preservação das provas são fundamentais para combater a sensação de impunidade. "Se for usada uma mensagem de e-mail, não delete. Os dados do cabeçalho são importantes em um investigação", explica Patrícia Peck.

Embora o estelionato seja uma prática cada vez mais comum na internet, a denúncia desse tipo de crime ainda depende de um deslocamento físico até o distrito policial. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, assim como em outros Estados, já oferece o serviço de registro online de Boletim de Ocorrência.

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