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13/04/2010 - Jornal da Cidade de Bauru Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia apura golpe de R$ 50 mil contra 13 mutuários de Lençóis

Por: Lilian Grasiela


Lençóis Paulista - A Polícia Civil de Lençóis Paulista (43 quilômetros de Bauru) solicitou ontem à Justiça a expedição de mandado de prisão temporária contra a funcionária de uma cooperativa habitacional instalada na cidade que teria desviado cerca de R$ 50 mil de, pelo menos, 13 vítimas que acreditavam estar adquirindo sua casa própria. A polícia também solicitou a prisão temporária de um segundo suspeito de envolvimentos nos golpes. O advogado dos acusados comprometeu-se a apresentá-los hoje pela manhã na delegacia de polícia.

De acordo com o delegado Luiz Cláudio Massa, até o fechamento desta edição, a Justiça não havia concedido o mandado de prisão temporária pelo crime de estelionato por cinco dias, prorrogável por mais cinco, contra a funcionária da Cooperativa do Vale do Paraíba (Coopervap) M.G.S.N. e seu suposto cúmplice D.S. (somente as iniciais foram divulgadas), que não era funcionário da empresa, mas agia como tal.

“Ela se apoderou do dinheiro das pessoas. Ela vendeu casas da cooperativa que já tinham donos”, explica. “Inclusive, as pessoas lesadas estão reclamando muito, alegando que não havia fiscalização por parte dessa cooperativa, que as pessoas encarregadas não iam para Lençóis, ou seja, perante as pessoas, essa moça era, na verdade, a dona”.

O delegado revela que, tanto a funcionária quanto o homem que também está sendo investigado pela prática dos golpes, moram em Lençóis Paulista. Até o momento, 13 pessoas já procuraram a delegacia da cidade para registrar Boletim de Ocorrência por estelionato. “A gente imagina que sejam mais”, afirma. Algumas vítimas teriam pago adiantado pelo seu imóvel, mas não possuíam sequer contrato para comprovar a titularidade da residência.

Segundo Massa, os golpes teriam começado há cerca de oito meses. Ele adianta que alguns imóveis vendidos pela cooperativa ainda estavam em construção, mas outros foram negociados já prontos. Em um dos casos, um senhor pagou por uma residência que não poderia ser negociada porque já possuía dono. Com base nos depoimentos dos suspeitos, o delegado espera poder identificar outros possíveis envolvidos.

O advogado dos suspeitos comprometeu-se a apresentá-los na delegacia de polícia da cidade, hoje, a partir das 11h. “A gente vai apurar a responsabilidade criminal da moça. Ela vai ser processada e, eventualmente, condenada. Agora, o ressarcimento civil do prejuízo, as pessoas vão ter que buscar na justiça contra a cooperativa”.

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