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13/04/2007 - Gazeta Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraude com notas fiscais frias emitidas pelo Grupo Uai pode chegar a R$ 4 milhões


As fraudes relacionadas a emissão de notas fiscais frias nas empresas ligadas ao grupo de Refrigerantes Uai, alvo de uma ação de busca e apreensão deflagrada pelo Ministério Público Estadual, podem chegar a R$ 4 milhões, segundo estimativas dos fiscais da Secretaria Estadual da Fazenda.

Na manhã desta sexta-feira (13), o Grupo Especial de Trabalho de Proteção à Ordem Tributária (Getpot) do Ministério Público fez cumprir dez mandados de busca e apreensão nas empresas e residências de pessoas ligadas ao grupo Uai.

Os responsáveis pelo grupo de refrigerantes Uai foram procurados pela equipe Gazeta Rádios e Internet para que pudessem se pronunciar sobre o assunto, mas não foram encontrados. Um funcionário da empresa informou que eles somente irão se manifestar sobre o caso neste sábado (14).

Na sede da empresa, no bairro de Feu Rosa, na Serra, três pessoas foram detidas por porte ilegal de armas e uma por portar Carteira Nacional de Habilitação (CNH) falsa.

O promotor responsável pela operação informou que centenas de documentos foram apreendidos, além de microcomputadores. Uma primeira análise dos documentos apreendidos demonstra forte indício de crimes contra a ordem tributária.

Em Vila Velha , na residência de uma pessoa ligada ao grupo de refrigerantes, também foi apreendida uma arma de uso restrito.

Após a apreciação minuciosa da documentação, que será enviada a um local sigiloso por motivos de segurança, empresários e demais pessoas ligadas às empresas do Grupo de Refrigerantes Uai poderão, dependendo do teor dos documentos, ser acionadas pelo MPES na Justiça e terem as prisões decretadas.

Os promotores de Justiça do Grupo Especial de Trabalho de Proteção à Ordem Tributária investigam indícios de crimes de falsidade ideológica, fraudes, formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e possíveis crimes contra à ordem tributária.

Os mandados foram cumpridos nos municípios de Serra, Vitória e Vila Velha. Acompanharam os promotores de Justiça nesta operação os policiais do Grupo de Apoio aos Promotores (GAP), policiais dos 1º, 4º e 6º Batalhão da Polícia Militar e fiscais da Secretaria da Fazenda.

A operação foi encerrada no início da tarde desta sexta-feira. O Grupo Especial de Trabalho de Proteção à Ordem Tributária atua no combate a sonegação fiscal, através da aplicação da Lei n. 8.137/90, de proteção do patrimônio público e da educação fiscal do contribuinte.

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