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03/04/2010 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia intensifica investigações contra falsificação de remédios em SP

Em 6 meses, 7 milhões de comprimidos foram apreendidos no estado. Segundo a polícia, valor dos remédios chama a atenção dos criminosos.

A Polícia Civil de São Paulo intensificou a investigação sobre a falsificação de remédios, crime contra o consumidor que além de atingir o bolso das pessoas, também colocar em risco a saúde da população. Apenas nos últimos seis meses, foram apreendidos mais de 7 milhões de comprimidos falsos em todo o estado.

A sede do departamento da Polícia Civil que investiga crimes contra o consumidor tem ficado lotada de remédios falsos e de venda proibida nos últimos meses. Os produtos foram apreendidos em laboratórios, farmácias e outros estabelecimentos comerciais. O valor alto dos remédios tem chamado cada vez mais a atenção dos criminosos, que roubam, falsificam e vendem os medicamentos.

Nos últimos seis meses, a polícia também tirou do mercado 500 kg de medicamentos fitoterápicos, feitos a base de ervas, e que só podem ser vendidos com autorização da Agência Nacional de vigilância Sanitária (Anvisa).

Segundo o delegado Fernando Schimidt de Paula, os mais procurados são “medicamentos para disfunção erétil, para problemas vasculares, para problemas cardíacos, até anticoncepcionais, infelizmente.”

Na quarta-feira (31), a polícia apreendeu 30 mil caixas de um medicamento usado no tratamento de varizes em três distribuidoras de São Paulo. A Anvisa proibiu a fabricação e distribuição do produto em 2007. O dono da empresa que fabrica o remédio e uma farmacêutica foram presos.

No ano passado, em todo o país, a Anvisa fechou 213 locais que fabricavam, distribuíam e vendiam medicamentos falsos. No total, foram apreendidas 313 toneladas de remédios.

Para que o consumidor não seja enganado, o delegado faz algumas recomendações. “Observar bem a embalagem, perguntar ao profissional na farmácia, no caso o farmacêutico, se aquele medicamento está no prazo de validade, e desconfiar sempre se a embalagem não for idêntica ao do medicamento comprado anteriormente”, explicou.

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