Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


Acompanhe nosso Twitter

01/04/2010 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

SP: duas pessoas são presas com 30 mil caixas de remédios falsificados


SÃO PAULO - Um laboratório farmacêutico clandestino e distribuidoras irregulares foram fechados nesta quarta-feira em operações da Polícia Federal em São Paulo e no Rio Grande do Sul. A polícia encontrou o medicamento em três distribuidoras, que ficam em São Paulo, Osasco e Vinhedo, interior do estado, onde também existia um laboratório de produção. Desde 2007, o Varicell foi proibido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Trinta mil caixas foram apreendidas. O dono da empresa e uma farmacêutica foram presos.

- O que mais nos interessa é se este medicamento foi proibido pela Anvisa, por que está sendo colocado à venda e também divulgado amplamente em sites? - questiona o delegado Sérgio Nórsia.

Em uma indústria clandestina em Pelotas, no sul gaúcho, outras três pessoas foram presas. Segundo a Polícia Federal, elas fabricavam remédios a base de plantas sem registro e sem autorização da Anvisa.

Só no ano passado, quando intensificou as operações, a agência fechou 213 locais que tinham medicamentos irregulares. Foram apreendidas 313 toneladas de remédios.

Antigamente os medicamentos falsos e irregulares eram encontrados apenas nas feiras livres e nas bancas de camelôs. Mas de acordo com o Conselho Regional de Farmácia de São Paulo, hoje, quem falsifica está cada vez mais perto do consumidor. Remédios que prejudicam a saúde podem ser encontrados até em pequenas farmácias e drogarias.

A gerente de fiscalização do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo diz que o consumidor deve tomar alguns cuidados na hora de comprar um remédio. A embalagem tem que estar íntegra. Nela há um selo que, quando raspado com um metal, apresenta diferenças se o medicamento for falso.

- No momento da raspagem do selo, se o medicamento for falso, ele não vai reagir. Ou aparece sem as especificações de qualidade e a marca da empresa, às vezes aparecem números - explica a gerente de fiscalização do Conselho Regional de Farmácia de São Paulo Paula Signorini Pessoa.

Além disso, o consumidor deve checar o número do lote impresso na caixa e na cartela de comprimidos.

- O número do lote contido na embalagem externa é o mesmo que deve estar contido na embalagem interna, que é a que está em contato direto com o comprimido. Se não estiver é irregular - ensina Paula Signorini Pessoa.

Um hábito que pouca gente cultiva. A dona de casa Alessandra Mônaco admite: olha apenas a data de validade.

- Como eu estou acostumada e compro há muito tempo na mesma farmácia, nunca tive problema -

No caso de medicamentos líquidos, é importante conferir se o número do lote confere com o número no rótulo ou no próprio frasco. No ano passado, 203 pessoas foram presas por envolvimento com a fabricação ou distribuição de medicamentos falsos ou irregulares. Um número quatro vezes maior do que em 2008.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 281 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal