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09/04/2007 - Último Segundo / Estado de São Paulo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Criminosos usam telefone para novos golpes


O telefone é a principal arma de uma infinidade de tipos de crime sem rosto e sem armas que estão se tornando cada vez mais comuns no País. Além do falso seqüestro (simulação do crime feita por telefone para cobrar o resgate), outros quatro tipos de golpe também são praticados por telefone e podem ser classificados pelo apelo.

Se o falso seqüestro se baseia no apelo emocional, outros crimes usam o apelo financeiro (como o que oferece premiação ou o que oferece indenização) ou se baseiam na ingenuidade da vítima (como o crime de transferência de linha telefônica ou o de clonar cartões de crédito).

O falso seqüestro é o chamado “golpe da moda”. “A prática surgiu para garantir a comunicação por celular entre presídios do Rio de Janeiro. Depois se espalhou pelo País”, disse o delegado-titular da Delegacia de Estelionato, Fábio Pinheiros Lopes, do Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic). O delegado alerta que na maioria das vezes os criminosos ligam antes para a casa da futura vítima para conseguir informações sobre os moradores. “É preciso orientar parentes e empregados porque, sem querer, acabam falando quantas pessoas moram na casa, a marca do carro da família e os nomes dos moradores”, diz o delegado. De posse de informações da família, os bandidos ligam para a casa das vítimas e aplicam os golpes.


Segundo estudos da Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) da Secretaria de Segurança Pública (SSP) entre 14/03/2005 e 14/03/2006 foram registrados 3.137 boletins de ocorrência de tentativa e extorsão de criminosos que queriam cobrar o resgate de um refém que não estava seqüestrado. Ainda segundo CAP, 20% das vítimas pagaram o “resgate” pedido pelos bandidos. O Rio de Janeiro lidera o ranking desse tipo de crime, com quase 20% das ocorrências.

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