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25/03/2010 - Fatima News / Folha Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF vai investigar suspeitos de desvios e fantasmas na Assembleia do PR


A Polícia Federal abriu inquérito ontem para investigar um suposto esquema milionário de desvio de recursos públicos da Assembleia Legislativa do Paraná por meio da nomeação de funcionários fantasmas em atos secretos.

De acordo com o superintendente da PF no Paraná, delegado Maurício Valeixo, o inquérito vai se concentrar na apuração de eventuais crimes contra a ordem tributária, que são de competência da corporação.

Os crimes a ser investigados pela PF são lavagem de dinheiro e falsificação ou omissão de informação à autoridade tributária, além de supostos esquemas de desvio de recursos que envolvam sonegação fiscal.

O Ministério Público Federal irá designar um representante para acompanhar o inquérito da PF. Ele será comando pelo delegado Nilson Antunes da Silva, chefe da unidade local especializada em crimes contra a Fazenda Pública.

O presidente da Assembleia, Nelson Justus (DEM), disse ontem que a Casa tem interesse em que tudo seja esclarecido.

O deputado afirmou que a própria direção da Assembleia já iniciou uma série de providências, como a divulgação online dos diários com os atos da Casa e o recadastramento anual de funcionários.

O esquema a ser apurado envolveria a nomeação de pessoas que não davam expediente na Casa, mas tinham contas abertas em seus nomes para receber dinheiro da Assembleia.

Há a suspeita de que tenha passado mais de R$ 1 milhão, no período de cinco anos, pelas contas de pessoas que consentiram em participar do esquema ou que tiveram o nome usado indevidamente.

Na tentativa de dar cobertura legal às nomeações, os nomes eram lançados em atos secretos publicados em edições do "Diário da Assembleia". Ele não tinha periodicidade regular e era restrito a poucos funcionários do setor administrativo.

Afastado do cargo de diretor geral da Assembleia após o surgimento das suspeitas pela TV Paranaense (afiliada Rede Globo) e jornal "Gazeta do Povo", o empresário Abib Miguel, conhecido como Bibinho, foi convocado anteontem no Ministério Público Estadual para prestar seu primeiro depoimento sobre as suspeitas.

Acompanhado de dois advogados, Bibinho disse aos promotores que se reservava "ao direito de ficar calado". Ele não dá entrevistas sobre o caso.

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