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04/04/2007 - Gazeta do Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ex-funcionário denuncia esquema de espionagem na Wal-Mart


Um ex-funcionário da Wal-Mart admitiu nesta quarta-feira fazer parte de uma extensa campanha de espionagem que incluía observar funcionários, acionistas e outros, de acordo com uma reportagem publicada pelo Wall Street Journal.

Bruce Gabbard, que trabalhava na área de segurança, foi demitido na semana passada depois de 19 anos na companhia, por ter interceptado uma ligação telefônica feita por um repórter.

Gabbard disse ter gravado as chamadas porque sentiu-se pressionado a conter o vazamento de informações. Mas admitiu que suas atividades de espionagem eram encorajadas por superiores.

Segundo o funcionário, como parte da vigilância, a empresa havia instalado um grupo "anti-Wal-Mart" para determinar se estavam sendo planejados protestos no encontro anual da empresa em 2006 e para gravar as ações de qualquer um que estivesse conectado à rede global de computadores da companhia.

Muitas das declarações de Gabbard foram confirmadas por outros antigos empregados da Wal-Mart, diz a CNN Money.

A Wal-Mart conduziu uma investigação interna sobre o grupo de Gabbard e suas atividades, demitiu seu supervisor e rebaixou um vice-presidente.

- Este grupo não vai mais operar da mesma forma depois da descoberta de gravações não autorizadas. Foram feitas mudanças na liderança e estamos revendo nossas práticas e protocolo nesta área - disse a companhia em um comunicado.

A Wal-Mart, desde então, desconectou alguns sistemas e iniciou uma investigação interna sobre as atividades do grupo.

A empresa sempre impôs limites sobre o que os empregados podem fazer durante o trabalho. Funcionários de lojas são proibidos de usar telefone celular pessoal durante a jornada. E gerentes recebem uma lista de endereços de emails e de telefones para os quais seus funcionários ligaram, assim como um relatório com os websites acessados.

O Wal-Mart limita ainda o acesso à internet e bloqueia sites de relacionamento e de vídeos.

"Como a maior parte das corporações, é de nossa responsabilidade ter sistemas, incluindo programas de software, para monitorar ameaças à propriedade intelectual e ao nosso pessoal. Estas situações estão limitadas a casos de risco criminal ou de fraude contra a empresa", disse a Wal-Mart em um comunicado.

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