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23/03/2010 - Portal Correio Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PRF e Civil prende dois acusados de aplicar o golpe do dólar preto em JP

Por: Patrícia Braz


Dois homens que dizem ser da Costa do Márfim, país africano, foram presos em flagrante na manhã desta terça-feira (23), no bairro do Bessa, em João Pessoa, acusados de tentar aplicar o golpe do 'dólar preto'. A prisão foi possível depois de uma ação conjunta entre a Polícia Rodoviária Federal e Civil.

De acordo com o Assessor de Imprensa da PRF Genésio Vieira, os dois africanos estavam na residência de uma pessoa ainda não identificada, no Bessa, onde tentavam aplicar o golpe do dólar preto. Os dois portavam uma mala onde diziam ter cerca de U$ 2 milhões.

Ainda, segundo Genésio Vieira, os africanos estavam hospedados no flat Cabo Branco Home Service, nas imediações da orla da praia de Cabo Branco, na Capital.

Ainda não há informações precisas de como o golpe estava sendo aplicado na capital paraibana. A PRF e a Polícia civil estão no quarto do flat onde a dupla estava hospedada para investigar os detalhes do crime.

O Golpe do dólar preto

Em um caso ocorrido em 2008 no Estado de São Paulo, dois africanos mostraram às vítimas uma maleta cheia de papel preto e afirmaram ser dólares pintados. Segundo os golpistas, os dólares haviam recebido a química para evitar que fossem apreendidos na entrada no Brasil.

Na ocasião, os golpistas afirmaram que precisavam de reais e, por isso, ofereciam uma cotação baixa pelos dólares, explicando que as notas voltariam ao normal depois de receber um reagente químico. Em notas verdadeiras, eles aplicavam o suposto reagente para enganar a vítima. Essa era a parte mais importante do golpe.

Em seguida, eles diziam que o líquido tinha acabado e que era muito caro. Os golpistas diziam à vítima que o reagente era fabricado na Casa da Moeda dos Estados Unidos, um lugar altamente secreto, o que dificultava o acesso. Eles pediam dinheiro à vítima para comprá-la e depois desapareciam. A vítima ficava com a maleta cheia de papel.

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