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24/01/2006 - Jornal Pequeno Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia procura acusados de vender títulos de sócio falsos


A Delegacia de Defraudações está à procura de Carlos Gustavo Coutinho de Oliveira. Ele e o seu pai, Antônio João Oliveira, estão sendo acusados de aplicar um golpe no valor de R$ 12.600 com a venda de títulos falsos do Panaquatira Complexo Turístico ao funcionário público municipal Nélio Luiz Lopes da Cunha Braga, no ano de 2002.

Entenda o caso – Segundo o segurança Alberto Nash Silva Braga, seu pai, Nélio Braga, não gozava de uma boa saúde quando conheceu Carlos Gustavo Coutinho de Oliveira, em 2002, a quem contou os problemas pelos quais passava. Alberto Nash disse que Gustavo Oliveira ficou sensibilizado e demonstrou interesse em ajudar o funcionário público emocionalmente, momento em que a família Oliveira ficou constante dentro da casa de Nélio Braga.

Carlos Gustavo Oliveira, de acordo com Alberto Nash, chegou a oferecer um filho seu, ainda no ventre de sua esposa, para que o funcionário público fosse ser padrinho. Com isso, Nélio Braga teria ficado enaltecido com a proposta e começou a fazer vários passeios pela cidade com os Oliveira.

Alberto Nash afirmou que, no mês de julho de 2002, a amizade entre seu pai e os Oliveira já estava bastante sólida. Se aproveitando disso, Carlos Gustavo e Antônio Oliveira ofereceram títulos de sócios e convites grátis para o Panaquatira Complexo Turístico – expansão 2001, pois se diziam funcionários dessa empresa. “Nosso pai pensando no bem-estar de sua família e no investimento que faria para o futuro, comprou os títulos”, disse Alberto Nash.

De Carlos Gustavo, Nélio Braga comprou a quantia de R$ 8.400, em títulos, e de Antônio Oliveira, R$ 4.200.

Cheques – Ainda no mês de julho, Carlos Gustavo, depois de ter almoçado na casa dos Braga, explicou para Nélio que era comissionado como vendedor do Panaquatira Complexo Turístico e que estava precisando da ajuda do ‘compadre’ para trocar suas comissões que recebia em cheques. Segundo Alberto Nash, Nélio Braga atendeu ao pedido de Gustavo e fez a troca dos cheques por dinheiro. Porém, quarenta dias depois, quando foi sacar os cheques, no total de quarenta e dois, o funcionário público descobriu que todos eram roubados.

Nélio Braga, de acordo com Alberto, ainda procurou Carlos Gustavo e Antônio Oliveira para tentar resolver o problema, mas o que recebeu foi uma carta assinada por Gustavo na qual confessa o golpe e dizia que tinha sido induzido por seu pai, um cunhado seu, identificado apenas pelo nome de Ivan, e seu amigo de infância, conhecido por Magno. “Desde então, a saúde do meu pai entrou em declínio, com nuances de melhoria e queda instantânea quando lembrava do golpe que sofrera desta quadrilha, vindo a falecer no dia 30 de novembro de 2004”, desabafou Alberto Nash.

De acordo com Alberto Nash, desde a época em que aplicaram o golpe Carlos Gustavo e seu pai desapareceram sei deixar nenhuma pista. Mas, no último dia 12 de janeiro deste ano, Alberto encontrou com Antônio Oliveira na praça Deodoro e o seguiu até o escritório do Araçagi Praia Clube.

Ao ser abordado por Alberto, Antônio Oliveira disse que não se lembrava dele, mas depois revelou que, quem enganou Nélio Braga, tinha sido seu filho Gustavo, que é estelionatário, e propôs que Alberto fosse até a sua casa, no Maiobão, para que fizessem um acordo e ele pudesse ressarcir o prejuízo. A conversa ficou marcada para o domingo, 15.

Tocaia – Quando Alberto Nash chegou na residência de Antônio Oliveira, este pediu para olhar os documentos, isto é, os títulos, os cheques e as notas promissórias referentes ao pagamento dos títulos. E Alberto, por sua vez, pediu para ver o dinheiro, momento em que surgiu Carlos Gustavo armado com um revólver e mais dois amigos para tentar tomar os documentos, chegando a aplicar algumas coronhadas na cabeça do segurança. O caso foi registrado no plantão central da Cidade Operária.

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Comentários


Autor e data do comentário: Gabriel Nash - 05/08/2014 00:28

Uma pena !



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