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13/03/2010 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Tesoureiro de turma de formandos é acusado de furtar R$ 27 mil de colegas em Alagoas


MACEIÓ - Um universitário de 23 anos é acusado de furtar o dinheiro de colegas de turma destinado à formatura do curso de Administração da Faculdade de Alagoas (FAL). O tesoureiro da turma, Bruno César Amâncio Mendes, teria confessado o crime, segundo a polícia, e tentado envolver no episódio a a presidente da comissão Mariana Miranda Rodrigues, de 27 anos. Na casa do acusado a polícia encontrou R$ 6.162 em espécie e mais R$ 948 em cheques. Ele teria roubado cerca de R$ 27 mil. Ao todo são 23 formandos da turma que desembolsaram, cada um, entre R$ 1800 a R$ 1900.

Para ludibriar os amigos do curso, Mendes teria falsificado um recibo da empresa Multieventos e a assinatura do dono. A empresa é responsável pela organização da festa, que engloba o baile de formatura com todos os serviços (buffet, banda, ornamentação, brindes, cerimonial e etc), previsto para acontecer neste sábado, no The Palace, na Serraria, em Maceió.

A 'bomba' teria estourado nesta sexta-feira, quando o próprio tesoureiro, após a colação, se reuniu com a comissão e deu a notícia. Ao ser repassada para restante da turma, a informação causou indignação e revolta dos recém-graduados. De acordo com o aspirante PM Washington, supervisor do 1º Batalhão, a polícia foi acionada para evitar um linchamento no local.

- Os alunos estavam revoltados porque souberam que não haverá a festa de formatura. Segundo os formandos, Bruno teria falsificado assinaturas e desviado cerca de 27 mil reais, que seria o dinheiro da festa - relata o oficial do 1º Batalhão.

Na polícia, o dono da Multieventos, identificado como André Almeida, prestou depoimento, e confirmou não haver recebido o valor. Almeida garante que os recibos apresentados por Bruno à turma com suas assinaturas são falsificados.

A mãe de Bruno - que veio do Rio de Janeiro, onde mora, exclusivamente para a formatura, já teria se comprometido a ressarcir a turma, iniciando na segunda-feira com R$ 10 mil. Bruno César, que trabalha no setor de suprimentos da Teto Engenharia, responderá em liberdade pelos crimes de estelionato, falsidade ideológica e apropriação indébita.

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