Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


Acompanhe nosso Twitter

02/03/2010 - Monitor Mercantil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Dono do Fastweb alega que não lavou dinheiro da Telecom


Acusado de ser membro de grupo que teria lavado dinheiro por meio de compras e vendas fictícias de serviços de telefonia internacionais, o fundador da Fastweb, Silvio Scaglia, declarou-se completamente "alheio" a qualquer atividade ilícita e que a conduta da companhia telefônica foi "absolutamente correta".

Segundo promotores, a fraude teria ocorrido no período entre 2003 e 2006, com o conhecimento de altos executivos da Fastweb, segunda maior operadora de telecomunicações da Itália, e também da Sparkle, unidade da Telecom Italia. O valor da lavagem de dinheiro teria alcançado os 2 milhões de euros, juntas, as companhias teriam acumulado 400 milhões de euros em créditos fiscais.

Após interrogado, Scaglia e mais 55 pessoas foram detidas. De acordo com o advogado do executivo da Fastweb, Pier Maria Corso, seu cliente não era o responsável por controlar as operações comerciais individuais, e acreditava que tudo estava funcionando perfeitamente. Fastweb e Telecom alegam que estão sendo "prejudicadas", mas pela lei italiana, podem ser punidas por não tomarem as medidas adequadas para evitar atividades ilegais. O tribunal também pode montar uma equipe especial para administrar as companhias interinamente durante a investigação.

Decisão adiada

O juiz responsável pelo caso, Aldo Morgigni, adiou em dois dias a decisão sobre a moção que procura adiar uma audiência para averiguar se a Fastweb e a Sparkle devem ser colocadas em intervenção temporária. Com isso, a defesa das companhias poderão apresentar novos documentos para o juiz.

Analistas afirmam que o envolvimento da Fastweb e da Telecom Italia na disputa jurídica pode ter significativas implicações para o desenvolvimento do setor de telecomunicações na Itália.

A investigação da polícia italiana começou em 23 de fevereiro, e fez com que a divulgação do seu balanço de 2009 fosse adiado, após as autoridades terem vetado um plano de negócios no valor de 300 milhões de euros para a Sparkle como medida preventiva.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 235 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal