Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


Acompanhe nosso Twitter

26/02/2010 - Monitor Mercantil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresas pagam R$ 2,1 milhões para não serem investigadas


A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aceitou propostas para extinguir processos administrativos em que apontava irregularidades relacionadas às empresas Ripasa, Positivo Informática e MRV Engenharia.

Além disso, rejeitou outras ofertas de acordo, relacionadas ao investidor estrangeiro Natexis Banques Populaires e a Flávio Fontana Mincaroni, da Sadia, acusado de usar informação privilegiada como acionista da companhia antes da empresa divulgar oferta pública para compra de ações da Perdigão, em julho de 2006. Ele propôs pagar R$ 100 mil à CVM, que rejeitou a oferta alegando que o valor "é pequeno" para o caso.

No caso da Ripasa, ex-controladores e ex-executivos da companhia se propuseram a pagar R$ 1,05 milhão em conjunto, e assim acabaram com processo contra eles ligados à informação privilegiada na venda da companhia em 2004 para Suzano e VCP e a falta de diligência dos administradores, que levou a não divulgação de fato relevante relacionado às negociações à época.

Quanto a Positivo Informática, a acusação sobre acionistas do grupo de controle e administradores era pela empresa não ter publicado fato relevante referente a possível venda de seu controle acionário. A proposta de pagamento de R$ 1 milhão foi aceita.

O processo encerrado foi o do diretor e vice-presidente executivo de Relações com Investidores da MRV Engenharia e Participações, Leonardo Guimarães Corrêa, acusado de ter concedido entrevista sobre oferta pública de emissão de debêntures da companhia em período de silêncio. Ele pagou sobre R$ 100 mil

O investidor Natexis Banques Populaires teve sua proposta negada. Ele queria pagar R$ 50 mil para acabar com processo por não ter informado à CVM dentro do prazo que vendeu 9,21% das ações ordinárias da Triunfo Participações.

Fraude contra o RioPrevidência

A CVM está acusando a ASM Asset Management Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) e a ASM Administradora de Recursos de fraude contra o RioPrevidência, fundo de aposentadorias dos servidores do Estado do Rio de Janeiro. A Comissão rejeitou proposta de acordo para acabar com processo administrativo contra a gestora.

A empresa e os sócios diretores da distribuidora Sergio Luiz Vieira Machado de Mattos e Antônio Luiz de Mello e Souza foram acusados de terem mantido o RioPrevidência em erro, valendo-se do artifício de não revelar o real valor dos ativos utilizados para subscrever as cotas do ASM FIDC CI (fundo de investimento), agindo em comunhão de desígnios e esforços para consecução de fraude perpetrada contra o patrimônio público e em benefício das partes envolvidas.

Outros acusados como partes e beneficiários da fraude são a Gestora de Recebíveis Tetto Habitação S.A. e Eugêncio Pacelli Marques e Almeida Hollanda. A CVM afirma considerou a especial gravidade das condutas ilícitas para rejeitar a proposta de receber R$ 800 mil para encerrar o processo.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 757 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal