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26/02/2010 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Servidora é acusada de usar dinheiro de cestas básicas para comprar produtos como picanha


SÃO PAULO - A polícia de Chavantes, cidade a 346 km da capital paulista, investiga o caso de uma funcionária da secretaria de Assistência Social que teria teria desviado verba para a compra de cestas básicas para famílias carentes. Ela teria usado o dinheiro para comprar produtos para a sua própria casa, como picanha, pão de alho, biscoitos recheados e até isotônicos.

Os produtos constam de notas e cupons fiscais que foram emitidos por três mercados da cidade durante compras feitas pela funcionária pública em nome da prefeitura de Chavantes. Os documentos já estão em poder da polícia.

Os documentos fiscais revelam que de outubro a dezembro e 2009 a assessora da Secretaria do Desenvolvimento e Bem Estar Social, Carina Aparecida Martins, teria comprado produtos como carne de primeira e até cerveja com verba destinada a aquisição de cestas básicas para famílias pobres. Algumas das notas foram assinadas pela assessora.

Um funcionário de um supermercado da cidade atendeu a assessora durante uma compra e achou estranha a lista apresentada por ela.

- As festinhas dentro da secretaria eram constantes, eram rachados entre eles. Diziam que tinha bolinho festinha? Quem pagava isso? A gente está chegando a conclusão que todo mundo tem culpa lá - reclama o homem, que prefere não se identificar.

A funcionária, que ocupava um cargo de confiança na secretaria, foi exonerada pela prefeita Ana Alonso. Uma sindicância foi aberta e vai apurar se outros funcionários também estariam envolvidos na possível fraude.

A equipe de reportagem da afiliada da TV Globo na cidade tentou falar com a ex-funcionária. Na residência onde mora, a equipe foi informada de que ela não estava em casa e que havia esquecido o celular. Nas ruas, os moradores estão indignados com o caso.

Segundo a prefeitura, a distribuição de cestas básicas não foi afetada. A polícia investiga quanto teria sido desviado em produtos pagos com verba do município. O delegado já sabe que só com a compra de picanha, foram gastos mais de R$1 mil.

Caso se comprove a denúncia, a ex- assessora poderá ser indiciada pelo crime de peculato - que é quando o funcionário se apropria de dinheiro ou qualquer outro bem público. A pena varia de 2 a 12 anos de reclusão.

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