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23/02/2010 - O Globo Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Novo golpe aterroriza quem tem dívida em cartório


BRASÍLIA - Um novo golpe aterroriza quem tem dívida na praça. As vítimas são sempre pessoas com dívidas em cartórios. Por telefone, alguém se faz passar por funcionário de um cartório. Mostra que tem informações detalhadas sobre a vítima, como nome, endereço, CPF. E ameaça: a dívida tem que ser paga logo, em dinheiro, em uma conta corrente informada na hora pelo golpista.

Em geral, pequenos e médios empresários são os mais visados, pois fazem muitos contratos e podem eventualmente se esquecer de um pagamento.

- Eles ligaram na minha empresa e disseram que teriam títulos a serem protestados em pouquíssimo tempo. Se eu não depositasse, negativariam tanto a minha empresa quanto o meu CPF - lembra uma vítima, que prefere não se identificar.

O empresário contou que do outro lado da linha alguém cobrou uma dívida, vencida, de R$ 2 mil. Ele quase acreditou, pois os fatos descritos pelos golpistas eram coerentes, e eles tinham todos os dados da vítima.

Nenhum cartório entra em contato com os devedores pelo telefone. As comunicações são feitas apenas por correspondência.

- Quando receber uma ligação dessas, a pessoa deve procurar o cartório para checar a existência daquela dívida, da forma de pagamento e não efetuar o depósito - explica a delegada de defraudações Ivone Rosseto.

Ninguém é obrigado a pagar uma dívida imediatamente. Por lei, o devedor tem um prazo de três dias úteis depois da cobrança do cartório.

- Não caia nessa, não acredite. Não existe fazer depósito em duas horas, 40 minutos, não existe isso - garante a tabeliã Ionara Pacheco.

Quem cai, pode parecer ingênuo, mas até quem trabalha em cartório, uma vez demorou para desconfiar da conversa de um golpista que parecia convincente.

- Sabiam o suficiente para conversar comigo por 40 minutos ao telefone e eu ter quase certeza que realmente eu devia aquilo - admite a tabeliã Ionara Pacheco.

O que também leva muita gente a cair no golpe é a oferta de um desconto, um abatimento na dívida.

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