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19/02/2010 - Jornal de Angola Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Falsos trabalhadores da EPAL extorquem dinheiro

Por: Alexa Sonhi


Indivíduos fazendo-se passar por funcionários da Empresa Pública de Águas de Luanda (EPAL) estão a proceder à cobrança de dinheiro em residências pelo consumo de água ou por trabalhos que efectuam, denunciou ontem a direcção da instituição.
Dilson Cunha, director da Área de Comunicação e Imagem da EPAL, disse ao Jornal de Angola que a empresa tem recebido reclamações por parte de moradores de todos os bairros da província. Segundo tais denúncias, esses indivíduos, usando uniforme da empresa, cobram pelo consumo de água, consertam roturas e fornecem água a algumas casas, ligando tubos às condutas da EPAL, sem qualquer contrato legal. Nalguns casos, explicou, os impostores cobram valores exorbitantes.
O director de Comunicação e Imagem da EPAL referiu que alguns desses indivíduos são realmente funcionários da empresa, mas fazem esses trabalhos por conta própria.
“Como conhecem as zonas de manobra da EPAL e os seus procedimentos, quando se apercebem que determinado bairro tem alguma avaria, aparecem devidamente uniformizados, identificam-se como funcionários, que são, e efectuam trabalhos ilegalmente”, esclareceu.
Dilson Cunha adiantou que, na maior parte das vezes, depois de receberem dinheiro dos burlados, os intrujões prometem-lhes fornecimento imediato de água, mas depois fogem e os moradores nunca mais os vêem. “Aflitos com a situação, os moradores ligam para a EPAL e apercebem-se de que foram enganados por impostores, porque a EPAL não cobra nada ao domicílio”, disse.
Quando identificados, esses funcionários são prontamente expulsos e encaminhados para a Polícia, já que põem em causa o bom-nome da empresa pública. Apesar disso, alguns deles, mesmo depois de expulsos, continuam a cometer estas práticas ilegais, sendo os bairros de maior incidência o Combatentes, Ingombota, Mainga e a zona Baixa da cidade.
Para se evitar que esta burla prossiga, Dilson Cunha exorta os clientes a não efectuarem pagamentos nos domicílios por quaisquer serviços, mesmo que os funcionários se apresentem devidamente uniformizados e identificados. “Os pagamentos pelos serviços prestados obedecem a procedimentos e são feitos nas agências comerciais da EPAL devidamente autorizadas” salientou.
Entretanto, o Jornal de Angola soube que, recentemente, vários indivíduos vestidos com o uniforme da Empresa de Distribuição de Electricidade de Luanda (EDEL) também cobraram avultadas somas pela reparação de uma cabina, no bairro da Petrangol.
“Há tantos vigaristas que nós, moradores e clientes da EDEL neste bairro, já não sabemos em quem acreditar, lamentou Suzana Afonso, que entregou 1.500 kwanzas a um falso trabalhador da EDEL.

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