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10/02/2010 - Jornal Floripa Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe do álcool adulterado se espalha pelo Brasil

Ontem, a ANP fez uma blitz no Rio de Janeiro.

O álcool falsificado está sendo vendido em postos de combustíveis, um perigo para saúde dos consumidores. O crime do metanol pode ter chegado a vários estados brasileiros. A Agência Nacional do Petróleo está apertando o cerco. Ontem, a blitz foi no Rio de Janeiro.

Da bomba para o tanque e o motorista nem vê. Mas o que move o carro pode não ser exatamente álcool. Testes encomendados pela Agência Nacional do Petróleo no combustível de três postos do Rio de Janeiro comprovam: as amostras tinham até 18% de metanol.

“O risco principal é contra a saúde, a saúde humano, um risco contra a vida. Este produto é nocivo à saúde, altamente nociva. Contra os veículos também. Nossos veículos não estão preparados para consumo deste produto”, destaca o supervisor de fiscalização da ANP Oiama Paganini Guerra.

Os técnicos lacraram as bombas. As multas para quem vende álcool adulterado variam de R$ 5 mil a R$ 20 milhões. Se o resultado se repetir em novos exames os postos poderão serão fechados. O dono de um posto culpou as distribuidoras. E diz que tem as provas: “Estas aqui são as amostras testemunhas quando nós recebemos, juntos com as notas fiscais. Nós ficamos armazenados, qualquer problema nós vamos enviar agora para a ANP para fazer os testes e comprovar a nossa idoneidade”, mostra o dono do posto Henrique Ramos.

Na semana passada, três postos e duas distribuidoras foram interditados em São Paulo. A preocupação da Agência Nacional do Petróleo é que a fraude esteja se espalhando pelo Brasil. Postos de mais quatro estados e do Distrito Federal vão passar por análises.

O interesse pelo metanol tem uma explicação simples: o preço. Segundo a ANP, o litro do metanol custa praticamente a metade do litro do álcool. A agência investiga se o produto usado na adulteração do álcool vem de fora ou é feito em algum lugar do Brasil

“A nossa inteligência está trabalhando para encontrar a origem exata. Se é uma pessoa, se são várias, se é uma máfia que está trabalhando nisso”, diz o diretor da ANP Allan Kardec Duailibi.

O Sindicato das Distribuidoras de Combustíveis dá a seguinte orientação aos consumidores e donos de postos: sempre desconfiar de preços muito baixos.

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