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11/02/2010 - Mais Comunidade Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraude gera prejuízos de R$ 1 mi ao governo

Todos os anos, são identificadas 2,3 mil ligações irregulares.

Duas mil e trezentas ligações irregulares na rede de abastecimento de água do Distrito Federal são identificadas todos os anos pela Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb). As fraudes geram prejuízo de aproximadamente R$ 1 milhão aos cofres públicos e engana-se quem pensa que apenas o Estado é lesado. O uso indiscriminado de água que ocorre com a fraude prejudica o abastecimento regular para toda a comunidade.
Para evitar fraudes, a Caesb intensificou o acompanhamento do consumo de água de seus clientes. A medida faz com que a companhia identifique fraudes e descubra vazamentos. De acordo com o superintendente de Comercialização da empresa, Emerson de Oliveira, o gasto das residências está dentro de uma faixa de consumo que é apresentada na conta de água. “Quando o consumo do mês sai desse parâmetro, a conta é retida para análise”, explica.
Além dessa análise de consumo, a companhia realiza outros procedimento para impedir esse tipo de ação, como vistorias nos imóveis que tenham indícios de fraude no consumo mensal, aplicação de tecnologia moderna dos fabricantes de hidrômetros, acompanhamento por meio de relatórios do sistema comercial Caesb e a conscientização dos consumidores. Para o fraudador as penalidades previstas estão no Código Penal, que são a aplicação de multa e a cobrança do consumo evadido

O consumo é acompanhado mensalmente pelos agentes da companhia. No caso da medição ser muito abaixo da média de consumo, alguns motivos como imóvel desocupado, redução no número de moradores, moradores ausentes por terem viajado, possível problema no hidrômetro ou até mesmo indício de fraude na medição podem ser a causa da diferença. A média dos últimos 12 meses é usada para o faturamento quando a empresa não consegue ter acesso ao imóvel para fazer a leitura do hidrômetro.
A Caesb realiza a troca de hidrômetros em duas situações. A primeira, de forma preventiva, ocorre normalmente de cinco em cinco anos, seguindo recomendação do Inmetro, devido ao desgaste do aparelho e, a segunda, quando o hidrômetro apresenta defeito de funcionamento. Nas duas situações, a troca é gratuita uma vez que o hidrômetro pertence à empresa. Informações: 115.

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