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21/03/2007 - Jornal da Manha Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

GOLPE IMOBILIÁRIO - Polícia recebe novas denúncias de “calote”


A Polícia Civil de Marília recebeu na noite de segunda-feira mais uma denúncia contra a imobiliária Aliança. A empresa fechou as portas recentemente e teria lesado vários clientes. A queixa da balconista Sandra Regina Perez Ribeiro, de 41 anos, somou-se a outras que já geram inquéritos no 5º Distrito Policial. O estabelecimento, segundo a polícia, não teria repassado aos proprietários de imóveis valores estabelecidos em contrato.
A balconista procurou o Plantão Policial, por volta das 18 horas, após ter conhecimento que a imobiliária, antes situada na rua Amazonas, estava com as portas fechadas. Até o início do mês, ela ainda aguardava os depósitos de aluguéis atrasados desde dezembro, quando deixou de receber os repasses da empresa.
Sandra alegou ainda à polícia que as contas de água e luz estão pendentes, o que gerou suspensão do fornecimento no imóvel. A casa da balconista está situada na rua Alexandre Chaia, no jardim Marajó (zona Sul) e foi locada pela imobiliária por R$ 360 mensais.

Investigação

O delegado Cláudio Pinha Góes, responsável pela apuração das denúncias, afirmou ontem não haver confirmação de estelionato. Segundo ele, o casal proprietário do estabelecimento ainda não foi chamado para prestar depoimento. “Nossa averiguação é de apropriação indébita e inicialmente estamos ouvindo as vítimas; em seguida eles (indiciados) serão chamados a depor”, disse Góes.
O delegado disse ainda desconhecer, com precisão, o número de denúncias recebidas contra a imobiliária. A “enxurrada” de queixas, segundo a polícia, começou no início do mês, após a empresa fechar as portas e interromper qualquer contato com os clientes.
O delegado regional do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci), Hederaldo Joel Benetti, informou que o órgão está ciente das denúncias e instaurou um processo administrativo. A corretora Maria Lúcia Melo, responsável pela imobiliária Aliança, pode ter o registro profissional caçado, caso sejam comprovadas irregularidades.
Ainda de acordo com o delegado do Creci, o caso da imobiliária Aliança é uma situação isolada e não reflete a conduta do mercado de imóveis na cidade.

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