Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


Acompanhe nosso Twitter

05/02/2010 - Portal Terra Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

DF: acusado de suborno no mensalão pede liberdade ao STJ


O servidor aposentado Antônio Bento da Silva, que foi preso em flagrante na manhã de quinta-feira, em Brasília, com uma quantia em dinheiro que seria usada para subornar uma testemunha do mensalão do DEM, entrou com pedido de liberdade provisória nesta sexta-feira no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Segundo a assessoria do Tribunal, o ministro relator, Fernando Gonçalves, que preside o inquérito da Operação Caixa de Pandora, está viajando e, por isso, o pedido ainda não foi distribuído para nenhum magistrado.

Amigo do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (sem partido, ex-DEM), Silva foi preso em um restaurante do bairro Sudoeste, de Brasília, após entregar uma sacola com R$ 200 mil para o jornalista Edson Sombra, que ajudou a montar o flagrante. O suborno seria oferecido para que Sombra - amigo do principal delator do mensalão do DEM, Durval Barbosa - favorecesse Arruda em depoimento à PF.

A estratégia montada pela PF foi motivada por um bilhete supostamente redigido por Arruda. O recado foi apresentado por Sombra para comprovar a pressão sofrida para alterar seu depoimento e afirmar que os vídeos gravados por Durval Barbosa, durante as investigações do suposto esquema, haviam sido alterados. Sombra foi o responsável por convencer Durval a delatar o suposto esquema de propinas à polícia.

Entenda o caso

O mensalão do governo do DF, cujos vídeos foram divulgados no final do ano passado, é resultado das investigações da operação Caixa de Pandora, da Polícia Federal. O esquema de desvio de recursos públicos envolvia empresas de tecnologia para o pagamento de propina a deputados da base aliada.

O governador José Roberto Arruda aparece em um dos vídeos recebendo maços de dinheiro. As imagens foram gravadas pelo ex-secretário de Relações Institucionais, Durval Barbosa, que, na condição de réu em 37 processos, denunciou o esquema por conta da delação premiada. Em pronunciamento oficial, Arruda afirmou que os recursos recebidos durante a campanha foram "regularmente registrados e contabilizados".

As investigações da Operação Caixa de Pandora apontam indícios de que Arruda, assessores, deputados e empresários podem ter cometido os crimes de formação de quadrilha, peculato, corrupção passiva e ativa, fraude em licitação, crime eleitoral e crime tributário.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 184 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal