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05/02/2010 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Para burlar fiscalização, lojas paraguaias vendem notas fiscais frias

Objetivo é enganar sobre origem de produto contrabandeado. Empresas brasileiras têm problemas com notas fiscais clonadas.

Criminosos inventaram um novo jeito de escapar da fiscalização de produtos contrabandeados do Paraguai.

Dentro de uma galeria em Ciudad Del Este, no país vizinho, são oferecidos mais do que produtos eletrônicos. Os criminosos oferecem notas fiscais de vários estados brasileiros, cada uma por R$ 10.

A fraude das notas fiscais em branco de empresas em vários estados é feita para tentar enganar a fiscalização na hora de trazer para o Brasil os produtos contrabandeados.

A reportagem do Jornal Nacional levou uma cópia da nota fiscal comprada no Paraguai à empresa cujo nome, CNPJ e Inscrição Estadual constam do documento. A Goiás Médica, que vende produtos hospitalares, diz que a numeração ad nota e a data de validade não conferem.

As notas clonadas causaram problemas para a empresa, que acabou sendo algo de uma denúncia na delegacia do consumidor.

"É um desrespeito, porque a gente trabalha honestamente e fica sendo lesado toda vez por causa desses malandros, e ninguém toma providência", diz Elvis Cintra, gerente da Goiás Médica.

Em Porto Alegre, o problema é localizar as empresas. Sem uma verificação mais profunda, as notas não levantam suspetias. Mas quem vier procurar um endereço de uma das empresas acha apenas uma rua residencial, onde o número da suposta empresa não existe.

"As pessoas que adquirem produtos pela via ilegal no Paraguai acabam tentando de alguma forma passar o ar de que aquela mercadoria foi adquirida internamente. A pessoa corre o risco de ser presa por falsidade ideológica, por apresentar documento falso", diz Gilberto Tragansin, delegado da Receita Federal de Foz do Iguaçu.

No Paraguai, o vendedor da nota fria explica como eles dificultam a fiscalização. "E se ligarem para a farmácia?", pergunta a reportagem. "Esse número vai dar sempre ocupado. Nunca ninguém vai atender", diz o criminoso, que explica ainda que o CNPJ é de uma firma ativa.

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