Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


Acompanhe nosso Twitter

20/01/2010 - Comunidade News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Uso de Social falso leva empresário brasileiro para a cadeia no Arizona

Raphael Libardi utilizava o Social Security de uma pessoa morta para comprar carros e imóveis.

O brasileiro Raphael Libardi, 48, foi sentenciado a seis meses de prisão na segunda-feira (11), na Corte Superior do Condado de Maricopa, Arizona. Ele é acusado de utilizar o número do Social Security de uma pessoa morta. A fraude teria ajudado o empresário a comprar veículos e imóveis.

As autoridades disseram que a situação do brasileiro no país está irregular. Em julho último, quando foi preso, Raphael foi acusado de fraude, roubo de identidade e falsificação. As acusações se baseiam no uso do Social Security de um homem morto. À época, o empresário também foi acusado de fraude imobiliária.

As investigações iniciaram a partir de uma denúncia anônima, recebida em março no Escritório do Xerife do Condado de Maricopa (MCSO), através da linha direta da imigração ilegal. Segundo o denunciante, Raphael estaria usando documentos falsos.

As autoridades obtiveram um mandado de busca. No dia 30 de junho, a empresa do brasileiro, Aracruz International Granite, e a casa dele, localizadas em Valley e Anthem respectivamente, foram vasculhadas. Raphael foi preso no mês seguinte e confessou a culpa em outubro, por ter roubado uma identidade.

Renda da falsificação

A prisão de Raphael marcou um fato inédito no Arizona. Pela primeira vez depois da implantação do Legal Arizona Workers Act, em 1° de janeiro de 2008, um comerciante foi preso. A lei prevê punição para os empresários que empregarem trabalhadores indocumentados, sabedores de que eles não tem autorização legal para trabalhar no país.

Quando Raphael foi preso, o Promotor do Condado de Maricopa, Andrew Thomas, observou que o empresário não poderia sofrer tais punições. Apesar disso, o MCSO havia dito, na época, que os dois filhos de Raphael, Ive Libardi, 25, e Isac Libardi, 20, haviam sido presos por suspeita de não terem documentos legais. Ainda segundo as autoridades, alguns funcionários do empresário também eram trabalhadores indocumentados.

A Aracruz International fornecia pedras de granito, largamento utilizadas para balcões de cozinhas e banheiros. A empresa teria de 15 a 20 funcionários, e teria gerado a quantia de $1.9 milhões em vendas anuais, de acordo com o MCSO. A investigação também teria descoberto que o empresário doou a quantia de $5,000 anuais para o Comitê Republicano Nacional do Congresso.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 279 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2016 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal