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16/01/2010 - O Diário de Teresópolis Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Costureira é vítima do golpe do falso sequestro

Por: Eliane Almeida

Acreditando que o filho estava com bandidos, mulher perdeu R$ 830.

Apesar de antigo, o golpe do falso sequestro continua fazendo diversas vítimas em Teresópolis. Na tarde da última quinta-feira, uma dona de casa de 41 anos, moradora do Perpétuo, recebeu ligação telefônica de um homem dizendo que seu filho havia sido sequestrado e o resgate seria de R$ 500 e recargas de celulares. Depois de várias ameaças, ela acreditou na história e pagou o que foi exigido pelo elemento.

A dona de casa comprou R$ 830 em cartões para telefone pré-pago, de diferentes operadoras e passou os códigos para o suposto sequestrador. Só depois de desligar o telefone ela descobriu que não havia nada de errado com seu filho. O caso foi registrado no plantão da 110ª DP.

O delegado substituto Wellington Pereira Vieira alerta a população sobre os golpes, principalmente por telefone, que envolvem crimes de extorsão. Segundo ele, a maioria das ligações é feita de dentro dos presídios e o anúncio do sequestro de um familiar ocorre depois de algumas abordagens que procuram identificar o perfil da vítima. Nas tentativas do golpe, os bandidos pedem como resgate, principalmente, a compra de cartões de créditos para telefone celular ou depósitos bancários em dinheiro.

Também segundo o delegado, a investigação para apurar autoria do crime e localizar a origem das ligações não é muito fácil. Para a autoridade policial, as ligações são provenientes de orelhões ou presídios, sendo 99% delas a cobrar. Além dos casos de falso sequestro, já houve casos em que criminosos se passam por policiais e falam que os filhos foram presos com drogas ou armas. “A lista telefônica é a fonte dos criminosos. Se a pessoa embarcar na conversa, roda”, destaca o delegado. “Acho que isso começou como uma coisa organizada e depois virou festa. Qualquer estelionatário hoje aplica esse tipo de golpe. O problema é que você não tem controle, não tem como coibir. Sempre que um caso como esse rende lucro, ele passa a ser explorado cada vez mais”, completou Wellington.

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