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08/01/2010 - 24 Horas News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Empresários aplicam R$ 2 milhões de "calote" em cidade de Mato Grosso

Por: Sinézio Alcântara


A Polícia está à procura dos empresários Walter Alves de Matos e Wanderlei Alves de Matos, proprietários dos mercados Rodeio, acusados de terem dado um golpe de mais de R$ 2 milhões, a fornecedores, funcionários e agências bancárias em Cáceres. O delegado de Polícia Gustavo Garcia, informou que será aberto inquérito para investigar o calote. Eles deixaram a cidade na madrugada de domingo, levando quase todo o estoque das duas lojas e deixando funcionários e fornecedores sem pagamento nem explicações. Os irmãos Walter e Wanderlei, estavam na cidade há menos de um ano. Tinham uma das lojas no bairro Rodeio e outra na Avenida Talhamares.

Durante este período, segundo informações da polícia, eles agiram corretamente ao menos com os cerca de 40 funcionários e com os fornecedores. No domingo, funcionários da loja do bairro Rodeio foram informados que os donos tinham deixado o local de madrugada, levando quase todo o estoque em um caminhão. Logo que chegaram à loja para confirmar a informação, começou a aproximação de curiosos.

Em pouco tempo, cerca de 200 pessoas invadiram o local e começaram a saquear o estoque restante. A ação foi contida pela Polícia Militar, que chegou a disparar tiros de alerta e a usar cacetetes. Depois disso, uma guarnição da PM foi mantida no local.

Uma estimativa inicial e dados ainda não confirmados apontam para um prejuízo que pode passar dos R$ 2 milhões. Além da dívida trabalhista, há dívidas com fornecedores e financiamentos bancários. O delegado confirmou que os empresários fizeram uma grande compra de mercadorias há pouco tempo. “A ação foi premeditada”- afirmou o policial.

“Além da compra, eles passaram a recusar o pagamento com cheques pré-datados e cartões de crédito nas duas lojas”. Ontem, cerca de 30 fornecedores foram ouvidos na delegacia. Os funcionários passaram o dia contando o que sobrou do estoque, para que os produtos perecíveis possam ter um destino. Eles foram orientados a procurar um advogado e entrar com representação junto à justiça trabalhista.

Os funcionários informaram que trabalharam normalmente até a quinta-feira, véspera de Ano Novo, quando foram orientados a só voltar ao trabalho na segunda-feira. Os patrões alegaram que fariam um balanço e que pintariam os prédios. Uma funcionária do escritório informou que uma semana antes, os patrões pediram que ela separasse todas as notas fiscais das compras de mercadorias. Eles levaram todo o estoque comprovado nas notas, deixando para trás cerca de 10% do estoque.

O delegado Gustavo Garcia afirmou que há indícios de crimes de estelionato e formação de quadrilha ou bando. Uma das medidas da polícia será o alerta geral à Polícia Rodoviária Federal, na tentativa de interceptar o caminhão com a carga e localizar os empresários.

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