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07/01/2010 - Mogi News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia investiga clonagem de cartões

Por: Deize Batinga

Suposta fábrica de roubo de dados funcionaria na casa noturna Vila 17. Rene de Almeida e Melo estaria envolvido.

A Polícia Civil investiga há uma semana uma suposta fábrica de clonagem de cartões. A central, segundo boletim de ocorrência registrado no 2° DP, em Brás Cubas, funcionava na casa noturna Vila 17, que seria gerenciada pelo empresário Rene Frederico de Almeida e Melo. O esquema teria sido descoberto pelos proprietários do estabelecimento, Marco Antônio Siqueira Cardoso e Ari Bortolanza.

A denúncia teria partido de um funcionário da casa. Ao saber do possível esquema, Cardoso e Bortolanza foram ao escritório do Vila 17, onde teriam localizado equipamentos que confirmariam o crime. Investigadores e peritos do Instituto de Criminalística (IC) apreenderam no local um notebook, centenas de cartões magnéticos em branco, máquinas para pagamentos com cartões e dois pendrives com nomes, números de contas e senhas bancárias de várias pessoas, entre elas vítimas de roubo, furto e estelionato.

Em depoimento, os donos do Vila 17 informaram que Melo foi contratado em meados de setembro para gerenciar o novo empreendimento, na rodovia Mogi-Bertioga (SP-98), no Jardim Rubi. Com ele foram trabalhar quatro funcionários identificados como Catiane S. Moraes (que seria a namorada de Melo e a única a ter a chave do escritório onde estavam os equipamentos), Otto, Charles e Péricles.

O Mogi News apurou que o esquema funcionaria da seguinte forma: depois de ter acesso aos dados bancários da vítima, era montado um cartão em nome da pessoa que seria beneficiada com a clonagem. Em um cartão novo eram colocados os dados da pessoa que passaria a utilizá-lo, enquanto que na tarjeta magnética, que armazena os dados da conta de onde será descontado o valor gasto, eram inseridos os dados da vítima, que arcaria com a dívida.

O caso segue sob investigação em um inquérito policial presidido pelo delegado titular do 2° DP, Edson Gianuzzi. A autoridade aguarda laudo do IC, que poderá confirmar se os equipamentos apreendidos se destinam a clonagens de cartões e se os dados encontrados teriam sido utilizados para a prática de estelionato.

O Mogi News tentou localizar Cardoso e Melo para que o caso fosse comentado, mas não os encontrou. Já Bortolanza atendeu a ligação da reportagem, mas não quis se manifestar.

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