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08/03/2007 - Diário de Natal Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe da Atlantatur é histórico


O delegado de Defraudações, Egídio Chagas afirmou ontem não ter conhecimento de outro caso, em Natal, envolvendo uma agência de turismo que tenha vitimado tantas pessoas, nem movimentado um volume tão grande de dinheiro. O caso veio à tona essa semana, quando passou a ser noticiado Maria Noélia e seu marido, Walter Silva. haviam desaparecido, depois de serem acusados de dar um golpe estimado em R$ 2 milhões e fugir para o exterior.

As investigações das fraudes que, segundo a polícia, podem ter sido aplicadas pela agência de turismo Atlantatur, que vitimaram mais de 35 pessoas, revelaram que os suspeitos de aplicar tais golpes seguiam um ‘‘modus operandi’’.

Segundo Egídio Chagas, a maioria das vítimas comprava pacotes com grande antecedência, para mais de uma pessoa e costumava receber visitas da dona da agência, Maria Noélia Araújo Pereira da Silva, em casa ou no trabalho.

O casal deixou os filhos na casa da avó materna e não deu qualquer tipo de explicação aos funcionários da agência, que funcionava há cinco anos e não era cadastrada na ABAV (Associação Brasileira das Agências de Viagem).

Ainda segundo o delegado, suspeita-se que Noélia tantava criar uma relação de intimidade e confiança, levando roteiros, recibos, pegando cheques e realizando diversos procedimentos que costumam ficar restritos aos escritórios das empresas de turismo.

Uma das queixas mais comuns é a emissão de bilhetes aéreos falsos. Alguns clientes chegavam no aeroporto para fazer o check-in e descobriam que suas passagens estavam no nome de outra pessoa.

A turismóloga Anne Lorene, consultada pelo Diário de Natal, explicou que a passagem deve ter sido comprada normalmente, em seguida cancelada junto à companhia aérea; o crédito ficava com a agência e era utilizado para comprá-la novamente, no nome de outro cliente. Esse procedimento é fácil de ser realizado e a principal forma de se proteger é mesmo procurar por agências idôneas.

Uma vítima, que preferiu não ser identificada, relatou que já tinha feito várias viagens pela agência e costumava receber a visita de Noélia em sua casa.

Grande parte da clientela era de religiosos e de profissionais do judiciário. Um grupo da Igreja Nossa Senhora de Candelária pretendia ir visitar santuários na Europa, como a cidade de Fátima, em Portugal.

Ainda não se sabe o que motivou Noélia e seu marido Walter Silva, a tamanha desordem administrativa.

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