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18/08/2009 - ComputerWorld / IDG Now Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Usuário de celular não se previne contra roubo de senhas

Por: Clayton Melo

Estudo aponta que pessoas sabem que internet móvel traz riscos à segurança na rede, mas não mesmo assim não se protegem. Especialista mostra o que fazer para evitar o problema.

Manter um antivíirus atualizado e usar outros mecanismos de segurança na rede, como um Firewall, são medidas básicas que as pessoas se acostumaram a adotar em seu computador residencial ou do trabalho. Mas são poucos os usuários que tomam esses mesmos cuidados quando acessam à internet pelo celular.

Pois não devia ser assim. Os especialistas em segurança são categóricos: com o avanço na utilização da telefonia móvel como ferramenta para navegação na web, a possibilidade de ataques por esse canal - como roubo de senhas para fraudes bancárias - também é maior.

Um estudo feito recentemente pela Trend Micro, companhia com sede no Japão e especializada em segurança na rede, dá uma dimensão do descuido por parte das pessoas. Realizado com mil usuários - maiores de 18 anos – de smartphones e iPhones no Japão, Estados Unidos e Europa, o levantamento constata que 44% dos entrevistados não temem ataques durante o período em que usam a web pelo celular.

Eles acreditam que a internet móvel é tão ou mais segura que o acesso à web pelo computador tradicional. A Trend Micro afirma desconhecer estudos semelhantes sobre o comportamento do brasileiro a esse respeito. “Mas, pela experiência no trato com os clientes, é possível dizer que os dados não mudariam muito se incluíssem o Brasil”, afirma gerente técnico da Trend Micro no Brasil, Eduardo Godinho.

O levantamento também registra que apenas 23% dos usuários de smartphones instalaram programas de segurança. De cada cinco entrevistados, um acredita que instalar softwares desse tipo não seria necessário, pois o risco de usar a internet pelo celular não seria tão assustador.

Celular X computador

O problema, aliás, não é propriamente o desconhecimento do usuário a respeito dos danos a que está exposto. Segundo o estudo, a maioria das pessoas conhece os tipos de ameaças que podem chegar pelo celular. Quase 50% delas já foram infectadas por algum código malicioso recebido pelo equipamento.

Dado semelhante foi registrado em relação ao spam: praticamente a metade dos entrevistados foi alvo de uma mensagem desse tipo pelo celular nos últimos três meses, enquanto 17% afirmaram que a quantidade de spam recebida pelo telefone móvel aumentou.

“As pessoas ficam mais tranqüilas acessando à web pelo celular do que pelo computador, mas não deveria ser assim. O problema se dá nos dois meios”, afirma Eduardo Godinho. “Constatamos que os usuários sabem que existem riscos no acesso via celular, mas, como dizem que não conhecem pessoas cujos telefones foram infectados, pensam que o problema está longe ou que não acontecerá com elas”, afirma. “Esses consumidores estão enganados. O celular é um dispositivo de armanezamento de dados como outro qualquer”.

Godinho alerta que o risco é maior não necessariamente no acesso, mas sim na instalação de aplicativos baixados pelo celular.

Para facilitar o entendimento, pense na seguinte situação: você, leitor, quer receber as fotos da festa da empresa que um amigo tirou. Ele pode lhe passar o material por e-mail ou por bluetooth. Se o equipamento móvel estiver dele contaminado, o seu também será.

A história se estende às empresas, que também não estão imunes. Imagine que, no caso hipotético relatado acima, uma das pessoas – ou ambas – decida repassar as fotos para o computador utilizado na companhia para a qual trabalha.

“’As organizações nem se dão conta, mas a rede corporativa pode ser infectada quando um funcionário compartilha arquivos, como fotos ou e-mails, repassados por meio de um celular contaminado”, afirma Godinho. “O objetivo dessas contaminações costuma ser o roubo de senhas, para transferência de dinheiro entre contas bancárias”, afirma.

Como se prevenir

Depois de constatar que o problema está mais perto de nós do que se poderia imaginar, como evitar ou minimizar os riscos à segurança via internet móvel? “O primeiro passo é ter consciência dos perigos. Depois, é ficar muito atento aos aplicativos que baixar no celular. Também é necessário manter um antivírus atualizado no equipamento”, afirma Godinho.

Como se vê, não se trata de uma tarefa hercúlea ou para iniciados: basta ter no celular, cuidados semelhantes aos adotados em relação aos computadores de casa ou do trabalho.

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