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21/12/2009 - Ariquemes Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Assessor de deputado estadual de Rondônia usa diploma falso para fazer faculdade


A questão dos diplomas falsos não é só um problema dos grandes centros do País. Em Rondônia, apesar de não haver estatísticas, apenas investigações da Polícia Federal através de denúncias, a fraude nos certificados de conclusão de ensino fundamental e Médio do sistema público já é uma realidade.

Uma dessas fraudes foi recentemente descoberta em Rondônia e o acusado, Rogério Henrique de Medeiros, 35, é motorista e assessor do deputado estadual Marcos Donadon (PMDB – Vilhena), outro que também já enfrentou problema parecido na Justiça rondoniense.

Rogério Henrique está no 9º período do curso de Direito em uma Faculdade na Capital, mas há fortes e graves indícios de que o certificado de conclusão do 2º Grau apresentado por ele à Secretaria da Faro, seja falso. O jornal O RONDONIENSE teve acesso à cópia do diploma de Rogério Henrique e os resultados de uma investigação detalhada podem incriminá-lo.

Rogério Henrique teria concluído o Supletivo do 2º Grau no Cenpran Cursos Profissionais, situado na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais (MG) entre os anos de 2003 e 2004, num total de 1.200 horas/aulas. O problema é que a Cenpran não está autorizada pelo Ministério da Educação para lidar com supletivos e sim com cursos profissionalizantes.

A constatação foi feita pela reportagem do O RONDONIENSE junto ao professor Jorge, superintendente de Educação de Juiz de Fora. Segundo ele, no Cenpran Cursos Profissionais não está autorizado a emitir certificados de conclusão ensino supletivo e sim de cursos profissionais e de línguas. Ele disse ainda que a Polícia Federal já está investigando a procedência do diploma concedido a Rogério Henrique.

Se a fraude for constatada, disse o superintendente, Rogério Henrique poderá ser denunciado, pelo Ministério Público Eleitoral por falsificação de documento público, como também a Cenpran. É que no certificado são utilizados carimbos de autenticação do Ministério da Educação e Cultura (MEC) e outras averbações que podem também ser falsos.

Atrás do certificado, além dos carimbos há também o rol das notas que Rogério teria conquistado ao longo dos 13 meses de curso nas disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, Geografia, História, Inglês, Biologia, Física, Química e Literatura. A situação pode levar a uma devassa nos diplomas em todas as faculdades do Estado por suspeita de fraude.

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