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19/12/2009 - Última Instância Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Juiz determina bloqueio e quebra de sigilo bancário por "golpe de montepio"


O juiz da 4ª Vara Cível de Brasília determinou, por meio de liminar, o bloqueio da conta e a quebra de sigilo bancário de uma pessoa que aplicou o chamado "golpe do montepio" em um militar aposentado.

Segundo informações do TJ-DFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios), o militar alegou que, no dia 24 de novembro, recebeu uma ligação no celular de um homem que lhe informou o direito de receber uma quantia de R$ 182.640. O homem teria dito que o valor era referente ao êxito em uma causa que discutia valores em atraso devidos em razão de descontos efetuados em seu contracheque, mas que o militar teria de depositar a quantia de R$ 26.550,80.

O autor afirmou que o golpista tinha dados convincentes, inclusive nomes de antigos companheiros de farda, por isso acabou fazendo o depósito na conta indicada, em uma agência bancária de Vitória (ES). Notando uma movimentação incomum na conta do acusado, o gerente da agência bloqueou a conta, ainda que ele tenha conseguido sacar R$ 1.000 no caixa eletrônico. O militar pediu liminarmente o bloqueio judicial da conta e a quebra do sigilo bancário do acusado, que não foi encontrado.

Dessa forma, o juiz concedeu a liminar e determinou o bloqueio da conta no valor de R$ 26.550,80 e a quebra do sigilo bancário. Além disso, determinou ao banco o fornecimento da cópia dos três últimos extratos mensais e de todos os documentos vinculados, em especial o endereço do acusado. Para o magistrado, o caso se enquadra no conhecido "golpe do montepio".

O Golpe

O golpe do montepio tem sido aplicado há cerca de dez anos sobre aposentados militares. Pessoas não identificadas ligam para aposentados e pensionistas da Polícia Militar e cobram dinheiro para que os interessados recebam valores relacionados ao Montepio Militar. O golpista informa que o beneficiário está em débito com determinado valor, que depois de corrigido deve ser depositado em uma conta bancária fornecida pelo golpista, a fim de que o total do benefício (Montepio) seja liberado.

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