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02/03/2007 - Jornal do Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Janene nega acusações de lavagem e sonegação

Por: Josianne Ritz


O ex-deputado federal, ex-líder do PP e acusado de ser um dos chefes do esquema do mensalão José Janene negou na sexta-feira as acusações de lavagem de dinheiro e sonegação, durante depoimento à Polícia Federal de Londrina. “Não devo nada e agora vou ter a chance de provar isso”, disse Janene ao sair do depoimento. A polícia investiga a origem de diversos depósitos suspeitos feitos nas contas de parentes e ex-assessores do ex-deputado.

Com base no cruzamento de dados bancários e da Receita Federal, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) concluiu que a movimentação financeira e patrimônio de assessores do ex-deputado e de sua esposa, Stael Fernanda Rodrigues, a partir de 2003, é totalmente incompatível com seus rendimentos. Todos recebiam depósitos de altos valores de diversas empresas. De acordo com a investigação, Janene deixou de informar tambéms sobre aumento de patrimônio e não comprovou a origem de determinados valores. A receita ainda encontrou fraudes nas declarações das empresas Eletrojan e Transamérica Propaganda, do próprio deputado.

Durante o depoimento, na condição de declarante, Janene não falou quase nada. Negou as denúncias e disse que já teria prestado todos os esclarecimentos em processo do mesmo teor que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). Os próximos passos da investigação serão verificar o processo em Brasília e promover uma perícia fiscal nas contas de Janene, esposa e assessores. A expectativa da PF é que o inquérito esteja encerrado até julho.

Histórico — Janene foi acusado de comandar o escândalo do mensalão, mas foi absolvido pelo plenário Congresso Nacional, depois de postergar o processo de cassação por quase dois anos sob a alegação de estar doente. A mesma doença cardíaca garantiu a Janene, no início deste mês, uma polpuda aposentadoria de R$ 12.847,20, mas não impediu a vida social e política do ex-parlamentar, que trabalhou muito na campanha eleitoral de 2006, mas não foi reeleito. Janene é acusado de ter se beneficiado com mais de R$ 4 milhões das empresas de Marcos Valério Fernandes de Sousa no caso do mensalão.

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