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05/03/2007 - SEGS / A Tribuna Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cartilha ensina a escapar do trote de sequestro


Para tentar diminuir o número de pessoas que são vítimas de trote de sequestro de parentes via celular, modalidade de crime de estelionato muito comum atualmente, o Instituto São Paulo Contra a Violência está divulgando uma cartilha preparada pela Secretaria de Segurança Pública do Estado.

Para o superintendente do instituto, José Roberto Bellintani, é importante que sejam divulgadas as dicas da cartilha para a família, amigos e vizinhos, de modo que se forme uma rede contra os golpes.

"Assim podemos ajudar a acabar com essa maneira fácil de criminosos conseguirem dinheiro e evitar que mortes aconteçam justamente pela desinformação", enfatiza o superintendente.

Formada por entidades empresariais, a ONG reconhece que geralmente as pessoas que recebem as ligações entram em pânico e ficam sem saber o que fazer e, muitas vezes, aceitam as exigências dos criminosos. A primeira atitude dos criminosos é abalar emocionalmente a vítima e depois pedir dinheiro.

Ultimamente, eles têm ligado com alguém do lado deles que começa a gritar, simulando ser a vítima pedindo socorro.

Fingindo estar em posse de um dos familiares, os bandidos pedem uma quantia em dinheiro para o suposto resgate. Em seguida, os criminosos ordenam que a vítima se dirija a uma agência bancária ou a um caixa eletrônico para fazer o depósito. Para aumentar o pânico, ameçam matar o suposto parente caso quem atendeu o telefone resolva avisar a polícia.

De acordo com a Secretária de Segurança Pública do Estado, em geral, os telefonemas são originários de outros Estados, principalmente do Rio de Janeiro.
Operadoras

A Associação Nacional das Operadoras Celulares (Acel), por meio da Assessoria de Imprensa, informou que as empresas cumprem rigorosamente as determinações da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que exige o cadastramento do aparelho pré-pago desde 2003.

A Acel disse ainda que sempre atendeu ao Poder Judiciário quando requisitada para fornecer dados. Em 2006, a associação atendeu a 217,4 mil ofícios judiciais pedindo informações cadastrais para esclarecimentos de crimes.

Procuradas por A Tribuna, as operadoras reforçam que os usuários não forneçam dados pessoais sem ter a garantia da procedência da ligação.

A Tim esclarece que ninguém em nome da empresa está autorizado a contatar seus clientes para pedir, por exemplo, código de cartões de recarga ou cupons de recarga. A empresa oferece um canal de relacionamento para tirar dúvidas: *144 ou 0800-7414141.

Em caso de dúvida, a Vivo informou que os clientes devem entrar em contato com a Central de Relacionamento pelo telefone *8486. A empresa acrescentou que sempre colaborou com as autoridades para apuração dos delitos sempre que fraudes são identificadas. Até o fechamento desta edição, a Claro não havia se manifestado.

O que fazer?

Em hipótese alguma e sob nenhum pretexto dê informações por telefone, quaisquer que sejam, especialmente dados pessoais ou de familiares.

Oriente seus empregados e familiares a também procederem dessa maneira.

Não atenda telefonemas a cobrar. Desligue o telefone, antes que a ligação se complete.

Ao atender, caso perceba tratar-se de ameaças ou golpes, desligue imediatamente o aparelho.

Ao receber um telefonema desse tipo, antes de mais nada, verifique se o parente que os bandidos dizem estar em seu poder está bem, para afastar qualquer dúvida.

Jamais atenda as exigências dos bandidos, seja depositando dinheiro ou comprando cartões de recarga de celular.

Se possível, instale identificador de chamadas em seus aparelhos telefônicos. Isso pode auxiliar a polícia no trabalho de rastreamento da chamada.

Registre ocorrência na delegacia de polícia mais próxima de sua residência ou de seu local de trabalho.

Em caso de dúvida, ligue para o 197 (Polícia Civil) ou o 190 (Polícia Militar).

Fonte: Cartilha da Secretaria de Segurança Pública

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